O autor propõe que os EUA se limitem a proteger suas fronteiras e parem de intervir em questões externas que não os ameacem diretamente.
Também ressalta que o discurso de ameaça ("perigo chinês") é frequentemente uma construção política usada para justificar perdas de liberdade e aumento de poder estatal.
O livro destaca a importância de questionar as narrativas oficiais e expõe os interesses ocultos por trás de discursos alarmistas.
Para o autor, a verdadeira ameaça não é a China, mas o Estado e os intelectuais que perpetuam essa manipulação.
Deveras interessante e, embora não seja uma ameaça direta o modelo totalitarista chinês deve ser criticado, porém, por que os EUA fariam isso se na real eles querem crescer o Deep State deles?
