Um dia após o segundo turno das eleições regionais, com a perda acachapante da esquerda petista em quase todas as regiões do Brasil, o sistema premeia José Dirceu - mais um descondenado e agora elegível para as próximas eleições ao Senado de 2026, nada mais previsível e terrificante.

Em sua decisão monocrática, o ministro do STF Gilmar Mendes entendeu que as ações movidas na Lava Jato contra Dirceu tinham como propósito servir de “alicerce” para as denúncias que foram apresentadas posteriormente “contra o presidente Lula”.

Com esta decisão protecionista da Corte, Dirceu retoma seus direitos políticos e deixa de ser considerado “ficha-suja”.

Dirceu através de seus advogados disse que “sempre confiou na Justiça”, ao comentar a decisão de Gilmar Mendes, que anulou todas as condenações da Lava Jato contra Dirceu.

Enquanto isso, Artur Lira retira PL da anistia aos presos do 8 de janeiro da CCJ e atrasa tramitação da proposta para barganhar a disputa da presidência da Câmara.

Artur Lira mostra, afinal, para que servem eleições. E dá uma aula prática da lição de Zé Dirceu… “AÍ NÓS VAMOS TOMAR O PODER, QUE É DIFERENTE DE GANHAR A ELEIÇÃO!”. Entenderam?

Nesta mesma segunda-feira da “vitória”, o STF condenou mais 14 pessoas envolvidas no 8 de janeiro, sendo doze destas as que não aceitaram o Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) proposto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para evitar a continuidade da ação penal.

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Source: x.com/karinamichelin/status/1851269047549108703

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