Diria que faltam ferramentas. Ninguém ensina estes jovens a lutar pela vida, a serem audazes.
Eu fui trabalhar para as obras com 15 anos. Aos 17 voluntariei no exército porque pagavam um salário e podia estudar lá dentro. O preço que paguei saiu do corpo, mas deu base sólida para subir.
Quem ajuda estes mais novos quando lhes dizem que podem ser tudo o que quiserem, mas nunca os forçam a sair do ninho?
Existem opções de trabalho, são é desagradáveis e nesta sociedade de consumo imediato dão preferência a uma vida sem esforço intenso.