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EM DEFESA DA NOSSA IDENTIDADE, PÁTRIA E LÍNGUA: UM BRADO CONTRA OS AGRAVOS LUSÓFONOS.

#Português #Literatura #Identidade #Linguá #Patrimônio

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É desolador observar a falta de compostura e respeito de um membro da alta corte para com a língua portuguesa. Sr. Barroso avilta e desdenha o maior tesouro de nossa pátria, herdado da flor de lácio e cuidadosamente cultivado ao longo de nossa longa jornada histórica até os dias atuais.

Sr. Barroso, suas palavras refletem apenas o grau de sua boçalidade, e se não fosse sua posição nos altos escalões, todas as suas obras e opiniões seriam irrelevantes no curso do tempo. Como sempre, o Sr. Barroso, calado, é um poeta, pois todo grunhido que emite serve apenas ao entorno de sua pocilga. Envaideça-se com a própria lama.

Como disse Ariano Suassuna em sua Aula Magna 'Raízes Populares da Cultura Brasileira', realizada em Paulínia, 2009, Facamp: “Graças a Deus, nasci no Brasil e posso falar a língua portuguesa”, e dessas faço minhas palavras. Maior honra e riqueza não há.

Pobre e raso se mostra Sr. Barroso, não só de literatura, mas de alma. Desconhece os grandes e colossos, citarei apenas alguns da linguá portuguesa por serem tantos:

— Luís de Camões (1524?-1580): Autor de “Os Lusíadas”, considerada a epopeia portuguesa.

— Fernando Pessoa (1888–1935): Um dos mais importantes poetas da língua portuguesa, conhecido por seus heterônimos e sua obra multifacetada.

— Machado de Assis (1839–1908): Autor brasileiro fundamental, considerado um dos maiores escritores da literatura mundial, com obras como “Dom Casmurro” e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.

— Eça de Queirós (1845–1900): Autor português, conhecido por romances como “Os Maias” e “O Crime do Padre Amaro”, que exploram as contradições da sociedade portuguesa.

— José Saramago (1922–2010): PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA, autor de obras como “Ensaio sobre a Cegueira” e “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, conhecido por seu estilo narrativo único e sua crítica social.

— Clarice Lispector (1920–1977): Autora de obras como “A Hora da Estrela” e “A Paixão Segundo G.H.”, conhecida por sua prosa intimista e filosófica.

— Guimarães Rosa (1908–1967): Autor brasileiro, célebre por “Grande Sertão: Veredas”, obra que explora a linguagem regional e os conflitos do sertão brasileiro.

— Gustavo Curção: Autor de “Lições de Abismo”, obra que o colocou no mesmo patamar de Machado de Assis.

E se porventura realmente houver predileção em tal prêmio por uma determinada língua, perdesse muito em riqueza e relevância. Apensar da pompa, este, o Nobel de Literatura, a mim, e apenas a mim, pouco importa. Pois não há competição entre seus pares, e sim apenas pontos arbitrários que não podem avaliar a real grandiosidade de uma determinada linguá.

No caso da linguá portuguesa, importa-me o Prêmio Camões, este, sim, de grande valor e de peso para todos os lusófonos.

Diante da vasta e inestimável contribuição dos grandes mestres da língua portuguesa, torna-se evidente que sua grandiosidade transcende fronteiras e prêmios. A língua portuguesa é um tesouro vivo, enraizado em séculos de história, cultura e literatura, que ecoa através das páginas dos poetas, romancistas e ensaístas que a enalteceram com suas palavras imortais.

Que as discordâncias e as controvérsias não obscureçam a luz radiante da língua portuguesa, cujo esplendor resplandece nos corações e mentes daqueles que a falam e a celebram. Que continuemos a honrar e preservar essa herança preciosa, não apenas pelo reconhecimento de prêmios, mas pela riqueza intrínseca de sua expressão e pela sua capacidade de unir povos e culturas em uma teia de compreensão e beleza.

Cada palavra, cada verso, cada obra em língua portuguesa seja um tributo à nossa identidade compartilhada, um testemunho de nossa diversidade e um convite para explorar as infinitas possibilidades da linguagem humana.

Assim, ao final, resta-nos celebrar não apenas os prêmios conquistados, mas a própria essência da língua portuguesa, cujo valor transcende qualquer distinção terrena. Que ela continue a ser nossa fonte de inspiração, nossa ponte para o mundo e nossa voz coletiva que ecoa através dos séculos.

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Não Barroso. A língua portuguesa não é impedimento a receber o prêmio. José Saramago recebeu o mesmo tendo como língua a portuguesa. O impedimento é a falta de habilidade em literatura para exprimir obras que encanta e espanta através das letras o homem.

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