Se os ateus cheios de matemática na cabeça entendessem bem a doutrina aristotélica do acto e da potência, talvez viessem também a entender que para haver infinito potencial "talvez" fosse necessário haver infinito em acto (Deus).

(Quem explica muito bem parte dessa questão é São Tomás de Aquino e René Guénon no livro "Os princípios do cálculo infinitesimal".)

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