E por último a fase heterossexual. Que se dá dos 16, 17 anos em diante, quando a pessoa sai do mundo da idealização do outro, do amor platônico, e vive seu papel heteressexual na realidade mesma das relações. Já não existe tanta inibição na relação sexual, um não saber se portar. O se colocar no lugar do parceiro, namorado, namorada se dá de forma mais natural. A pessoa sabe o que fazer para gerar uma reação de excitação, ternura, gosto na outra pessoa do sexo oposto.

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Se quiser ler isso mais detalhadamente pode começar por esse livro e também por artigos escritos: Vínculo Conjugal na Análise Psicodramática.

https://nostr.build/i/nostr.build_f88571b0c810078b90bac3b635f84c13528273f9855e11d7b74b75f9f5148013.webp

Metade do livro fala sobre o que esbocei acima. Ele irá explicar que o homossexualismo é uma patologia no desenvolvimento da identidade sexual e é facilmente reversível com a terapia psicodramática a partir de jogos de papéis. Acho que é isso. Não foi ficar te aborrecendo mais. aahahahah

Não me aborrece. Acho esse tema muito interessante. Acredito que as famílias desestruturadas e a forma como a pessoa lida com a figura do pai e da mãe influenciam muito nessas questões.

#[4]

Uma sequência boa de posts pra ler por aqui