Talvez um ritual servisse para actualizar certas informações necessárias à previsão da chuva, o que é perfeitamente possível através das cores e padrões de nuvens. Talvez os “selvagens” fossem um pouco mais inteligentes que o genro de Karl Marx.

“O selvagem, este menino do género humano, como lhe chama Vico, tem, como o menino, noções pueris sobre a natureza; acredita que pode mandar nos elementos como nos seus membros, que lhe é possível, com palavras e práticas mágicas, ordenar à chuva que caia, ao vento que sopre..”

(Paul Lafargue)

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