Coletivos, populações, associações, corporações, e adjacentes, não possuem a capacidade de pensar. Somente e tão somente o indivíduo humano é capaz de fruir a dádiva de pensar. A sociedade não cria nada, apenas adere conscientemente ou não, à ideias criadas por algum indivíduo. Quanto mais humano, individual, atípico, fora da curva é alguém, mais dotado de poder criador e brilhantismo. São esses disruptivos, individuais no sentido mais extremo da palavra, que eu procuro para entabular uma conversa.