"TI CAESAR DIVI AVG F AVGVSTVS (Tibério César, filho do divino Augusto, Augusto)", é o que provavelmente estava escrito na moeda entregue a Jesus. Isso é uma divinificação do chefe de Estado, a moeda é um ídolo, uma abominação. Os judeus, por temor e conveniência, sujeitaram-se a esse ídolo e deixaram que entrasse no lugar Santo.
"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus", na minha concepção, não é sobre imoralidade da sonegação, e sim a quem nós servimos: a Deus ou a Mammon, a Deus ou ao dinheiro? Mesmo que hoje vivamos em tempos de ateísmo e cientificismo, o chefe de Estado ainda é cultuado nos corações do povo, o Estado sempre está se opondo ao reino de Deus.
Em si, ele é uma antítese do Céu, um reino voluntário e conquistado pela virtude, enquanto ele, o Estado, é um reino obrigatório propagador de vícios, como se fosse o inferno na Terra.
Obs: meu celular descarregou no meio do texto, quase desisto de reescrever de frustração :bmocry_sm: