O Google se manifestou sobre a #PL2630 dizendo o seguinte:

“Sem os parâmetros de proteção do Marco Civil da Internet e com as novas ameaças de multas, as empresas seriam estimuladas a remover discursos legítimos, resultando em um bloqueio excessivo e uma nova forma de censura.”

Se até TikTok, Google, Twitter e Meta estão falando em censura, é porque tem censura mesmo.

Sobre “direitos autorais”, fica ainda mais ridículo:

“Para que estes conteúdos possam ser exibidos ou distribuídos por plataformas online são necessárias licenças de direitos autorais dos seus criadores. […] ao enviar um vídeo para o YouTube, você concede ao Google uma licença de direitos autorais para […] permitir que outras pessoas o assistam.

O PL 2630 proíbe esses tipos de licenças. […] Uma é exigindo que todas as licenças de direitos autorais para as plataformas sejam concedidas por entidades de gestão coletiva desses direitos, o que significa que criadores e titulares de direitos não podem mais decidir por si mesmos como desejam licenciar ou distribuir os seus trabalhos.

A outra forma é obrigando que todas as licenças de direitos autorais sejam pagas. […]

As plataformas não poderiam mais oferecer serviços gratuitos de hospedagem ou compartilhamento de conteúdo sem pagar aos criadores que desejam usar seus produtos.

Isso significa que poderá deixar de ser viável financeiramente para as plataformas oferecer serviços gratuitos.”

No passado recente, uma aberração dessas JAMAIS teria apoio na “old-web”, com manifestações contundentes de contrariedade da parte dos criadores mais conhecidos do Brasil, de Felipe Neto, Castanhari a Cauê Moura.

Nos dividiram para conquistar. Burros somos nós em não deixarmos as diferenças de lado, ainda que por um instante, para defender a nossa própria liberdade de expressão e a internet no Brasil.

Ainda dá tempo. Todos nós sabemos que calar, censurar nunca, jamais e em tempo algum será o caminho certo.

Fonte Twitter: @eusouomatt

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