Possível, senão provável, passo seguinte seria a criminalização de VPNs ou tecnologias semelhantes, todavia; é o que tem sido discutido, temido, pela comunidade internacional de privacidade — o que ora ocorre vendo no Brasil não sendo fenômeno nacional ou isolado. Sempre há e haverá formas de evadir a vigilância, mas atravessar uma ponte é mais eletrizante quando um deslize pode resultar em afogamentos.