A mesma historinha serve para Elon Musk. Eu posso até contar ela aqui:
Um supremacista branco, filho de agentes globalistas da África do Sul, que viu a perseguição contra os brancos, vai para os EUA e se forma com louvor numa faculdade globalista. Ele tem um senso de presente e futuro, e consegue ter boas ideias e, quando não as tem, ele as compra. Faz parte do jogo. Ele tem conexões com o estado, sobretudo os militares.
Ele consegue se tornar multimilionário por causa das fintechs que ele criou. Ele então observa que há um movimento ESG crescendo. Na época nem mesmo é chamado de ESG, mas ele vê que o grupo globalista vai por essa agenda a todo vapor. Ele então inicia a ideia de carro elétrico. Mas ele sabe que isso não é sustentável, e ele põe em prática, juntamente com isso, uma ideia de lavar o dinheiro público da NASA, mascarando em contratos de terceirização com outra empresa (DELE).
Para tanto ele precisa ter esta empresa, e construir um produto vendável. Ele compra a Space X, valendo-se do fracasso do programa de ônibus espaciais. Com isso ele consegue alavancar a empresa ESG de carros elétricos e desviar dinheiro para Space X.
Ele tem um objetivo que acha ser plausível. E quando alguém tenta com afinco, e com dinheiro ilimitado de subsídios, eventualmente as coisas acontecem. E elas aconteceram. A tal empresa de carro criou um sistema fechado de fabricação e suprimentos que realmente torna a geringonça elétrica útil, porém limitada. O mundo está apostando que é útil e a única saída, e os globalistas procuram colocar uma corda no pescoço de todo mundo para que esta jaboticaba seja adotada universalmente.
Ele sabe que isso é palhaçada e deixa a coisa correr, enquanto se concentra na empresa de satélites. Ele então cria sua própria Telecom de satélites, torna as agências espaciais do mundo suas clientes, e cria o sistema de foguetes mais eficiente que existe. Agora ele anda com as próprias pernas.
O problema é que aqueles colegas dele também se transformam em inimigos mortais dele. Eles miram no seu filho; o mutilam, e iniciam uma perseguição jurídica violenta contra ele.
Simultaneamente todos os países passam a persegui-lo, processá-lo e cancelar seus contratos e serviços. Ele não tem saída. Até mesmo um careca pago pela USAID, de um país desimportante da América do Sul o ameaça de prisão, rouba milhões em multas, da sua empresa de Telecom, e da plataforma de mídia social que comprara por bilhões, obrigando-o a cometer crimes contra a constituição do país em questão e assim, levantar provas contra ele.
Ele então vê o outro cara que estava sendo perseguido. Eles têm muito em comum, e duas coisas a favor: grana ilimitada/apelo popular, e boa parte dos globalistas que estão dentro das forças militares do país que não gostam do desmantelo que está ocorrendo.
Então ele vai para o tudo ou nada. Consegue eleger o outro cara, recebe um cargo no governo, e carta branca pra agir.
Qual motivação você acha que esse homem tem? Fazer um conchavo com os patrões do careca insignificante, só para ferrar todo mundo e coloca-los de volta no poder; os mesmo que mutilaram o filho dele? Ou ele entrou com sede de vingança e decidido a impor a sua própria agenda?