"Pretendo modernizar a Justiça mais antiga do Brasil (...) Gostaria também de criar, dentro do poder judiciário, assessorias como, a primeira e inédita, assessoria de gênero, raça e minorias e uma assessoria internacional para lidar com refugiados (...) A minha defesa em favor das mulheres será contundente (...) Vivemos em uma sociedade ainda excludente, injusta e desigual. Digo, com certa alegria e com certa dor, que quebrei o teto de vidro, mas os estilhaços não caíram em mim, caíram numa sociedade patriarcal e excludente, que acha que pode determinar lugares e preestabelecer locais onde seres humanos devem ficar", diz Elizabeth Rocha, primeira mulher eleita presidente do Superior Tribunal Militar.

O Tribunal Superior Militar terá uma presidente feminista a favor da agenda woke e toda pauta esquerdista.

A esquerda não brinca em serviço e está há décadas colocando Antonio Gramsci em prática através da Revolução Cultural e a ocupação de espaços. O aparelhamento estatal foi executado com sucesso e maestria no Brasil.

Os militares brasileiros, com raras exceções, tem um horizonte de consciência extremamente limitado sobre guerra cultural e as estratégias de dominação da esquerda. O professor Olavo passou muitos anos alertando-os e nos últimos anos de vida foi rejeitado pelos militares puxa-sacos em torno do Bolsonaro.

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