SITUAÇÃO FISCAL DO BRASIL

A saúde financeira do governo brasileiro segue preocupante, apresentando um déficit primário de -2,25% do Produto Interno Bruto (PIB) acumulado ao longo dos últimos doze meses, e uma perspectiva nominal (que considera os juros da dívida) de -9,06% do PIB, um dos índices mais elevados desde o estabelecimento do Plano Real. A Dívida Líquida do Setor Público alcançou 60% do PIB, aproximando-se do pico observado durante a pandemia e situando-se bem acima da média vista em nações em desenvolvimento. Os esforços para reequilibrar as contas do governo têm se concentrado primordialmente em elevar as receitas, em detrimento de reduzir as despesas. Ademais, as despesas estão aumentando a uma taxa significativamente mais alta do que a das receitas.

Gráfico do déficit nominal (inclui juros da dívida) no acumulado dos últimos 12 meses, desde o início do Plano Real.

Dívida Líquida do Setor Público em relação ao PIB, desde 1997.

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