Mesmo quando estava bêbada, eu tinha algum tipo de senso de humor, algo de palhaça - e as pessoas gostam de trouxas. Eu posso estudar um trouxa, rir dele, percebendo no fundo que eu realmente me vejo, mas não corro o risco de ser exposta ao ridículo. Era o meu mundo e eu pertencia a ele. Só fiquei apavorada com a ideia de que amanhã tivesse que retornar ao mundo enfadonho das oito às dezessete.