Boa observação.

Acredito que podemos colocar assim:

Para executar o trabalho, a competência é requerida, para depredar, não.

Depredação é ilegal, trabalho é legal.

E o principal: para aceitar depredar em troca de dinheiro e comida, a vulnerabilidade se faz condição necessária. Para aceitar o trabalho, diferentes pessoas de diferentes condições poderiam aceitar.

Quais são as chances de uma pessoa em condições normais (renda, comida, casa), aceitar depredar radares por aí?

Como colocar isso de forma rigorosa a diferentes situações/contextos? Eu não sei.

Mesmo assim, é claro que depredação e trabalho são ações de naturezas distintas.

Reply to this note

Please Login to reply.

Discussion

Só observando que em minha atual concepção e de não realizar o ato. Daqui em diante é apenas exercício mental:

Realmente concordo que depedrar não necessita de especialidade competente. Contudo, a depedração que você diz seria considerada ilegal da mesma forma que destruir campos de trabalhos na antiga URSS. Ambos estão agindo contra a lei destruindo/vandalizando patrimônio público em troca de mais liberdade.

"Para aceitar depedrar em troca de dinheiro e comida a vulnerabilidade se faz necessária". Não concordo, mas concordo que o preço do trabalho delas seriam mais acessível.

Nesse caso, é preciso demonstrar que radares de trânsito sejam moralmente equiparáveis a campos de trabalho forçado.

E que pessoas não vulneráveis, nas condições que citei, aceitariam a depredação, de modo que a situação não seja um fator decisivo do acordo.

A pergunta principal é “é ilegal segundo que lei?” Veja se é segundo a lei máxima, a lei natural.