Para Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano, a ideologia burguesa não deve ser combatida no campo aberto dos confrontos ideológicos, mas em um terreno discreto.
Cantores, jornalistas, escritores e atrizes são mais importantes do que um partido político, que sempre deixa claro as suas intenções revolucionárias. É preciso ser sutil, conquistar a aprovação popular milímetro a milímetro, cérebro por cérebro, hábito por hábito, reflexo por reflexo.
A intenção é tornar as pessoas receptivas à revolução comunista antes mesmo que ela aconteça; destruir tão profundamente as suas crenças e cultura que, sem notar, você estará implorando por um sistema político que controle a sua vida.
Você já percebeu que não temos mais heróis? Que os grandes homens das histórias que gostamos, hoje em dia são fracos e covardes, sempre salvos por uma feminista não-declarada? Que as figuras históricas do Brasil são condenadas, sempre menosprezadas, enquanto colocamos em um pedestal revolucionários de algum partido de esquerda?
Você já reparou que exibem mais um homem com maquiagem e roupas femininas do que a manobra criminosa de tornar inelegível um político conservador?
A semelhança não é mera coincidência.
Tudo faz parte do plano.
Durante anos, o professor Olavo denunciou o que estava acontecendo, revelou as intenções que estavam escondidas atrás desse ódio à nobreza e culto ao que é medíocre ou rebelde. Ele desmascarou os agentes que estavam pervertendo o nosso imaginário.
A revolução comunista não será armada, ela irá acontecer através da cultura.
Na verdade, já está acontecendo.


