Brasil sempre foi pseudo-conservador, o dito "cidadão de bem" comia travesti no fim do expediente e a dita "mulher de respeito" fazia filho com vizinho. Se fossemos tão conservadores quanto uns dizem que prezam pelas tradições não seríamos um país com alto número de divórcios e a maior taxa de adultério por parte de mulheres sem falar no fato de termos 500.000 nascimentos por mês sem o nome do pai no registro.