Universitarios assediados pra trabalho em cursos EAD, problema recorrente nas univ. top paulistas nessa década.

Muitos alunos dos 1os anos nunca viram 1000 reais sem vir do papai. Se deslumbram com ofertas pra escrever material, dar aulas EAD, ou dar plantão de dúvidas.

Afinal, qual escola/cursinho não quer papagaiar "professores da USP/ITA/UNICAMP"?

Alguns exageram, casos de repetência por se dedicar demais a isso. Em EAD, não é tão trivial controlar o tempo, como quem se desloca para ensinar (meu pai deu aulas durante o curso, lá no meio do sec. XX). Dão passos maiores que as pernas, é tentador aceitar 'um trabalhinho a mais'. Piorou com os anos remotos na fraudemia.

Até, infelizmente, alguns foram punidos por cola, perderam o ano, e a desculpa era "tinha deadline do trabalho, tava desesperado". 😕

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