Eu nunca mais consegui sentar de costas para rua.
Por indicação do amigo nostr:npub1klwact0ar00r9uer7tzh2zq0ytx3f552tt8qavszdhvu6vpv3uzqwpkjqz; assisti esse vídeo, ao qual ele comenta sobre a série “A Lista Terminal”, obra do livro de Jack Carr. O mundo do sobrevivencialismo, é incrível em muitos níveis. Mas para mim, a parte mais importante, é pensar nas vulnerabilidades que deixamos para que outros, atentem contra nossa integridade física. No início parece difícil e chato! Mas com o tempo, você passa a incorporar essa personalidade e fará como memória muscular, como passar as marchas do seu carro sem olhar para o câmbio.
Eu geralmente ao entrar em um estabelecimento, sempre procuro a porta de saída mais próxima. Vejo se há câmeras de vigilância, e seu posicionamento. Observo onde estão os extintores. Jamais sendo de costas para a rua. Sempre observo a movimentações dentro de qualquer espaço confinado. Antes de entrar em casa e descer do carro, sempre olho aos redores. Quando desembarco, a mesma coisa; sempre executo uma varredura visual. Se há carro que possam estar me seguindo por qualquer motivo, eu não paro na frente da minha residência, dou a volta no quarteirão.
Pode parecer cansativo, se você é um iniciado nisso, mas com o tempo, esse é um hábito difícil de ser desfeito — e podem salvar sua vida!
Discussion
Muita gente acha que adotar medidas como essa, é assinar um testemunho de “dever à alguém.” Mas não é não, tá?!
Mano, eu trabalhei 8 anos como segurança, então foi aí que eu peguei esses cuidados, mas o que me fez ficar nessa atividade, foi que uma vez eu estava na praça com uma mulher e ela insistiu pra eu ficar de costas pra rua, na mesma hora chegou a amiga dela que eu estava saindo tbm, ☺️ as duas começam um barraco, eu levei e falei pras duas: "não sou seu namorado, e nem seu" aí eu levantei e fui embora.
Icônico! 😬