Demitido! — Dorival Júnior deixa o cargo de técnico da seleção brasileira de futebol

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Após o vexame da seleção brasileira após o jogo que terminou com o placar de 4x1, dando a vitória histórica para a seleção argentina, em uma atuação lastimável, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) demite Dorival Júnior nesta sexta-feira após uma reunião na sede da entidade.

O trabalho de Dorival Júnior à frente da amarelinha iniciou após a queda do então técnico interino Fernando Diniz após resultados ruins deste durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. No princípio os bons trabalhos a frente do São Paulo, em 2023, e do Flamengo, no ano de 2022, tornavam o treinador em uma boa opção dado o momento de crise política que passava a CBF sobre a presidência de Ednaldo Rodrigues.

A passagem de Dorival carrega atuações coletivas bastante discretas, resultados ínfimos mediante a potencial qualidade que alguns jogadores apresentam. É certo que em nomes a seleção brasileira é uma das mais fracas dentro do presente século, superior somente à fase pós-Copa do Mundo de 2010 até a Copa do Mundo de 2014, porém os trabalhos técnicos limitados frente a CBF, e em alguns dos principais clubes do Brasil, revelam a crise de pensamento técnico e tático no país, a defasagem na formação de novos profissionais de ponta para fazer esse trabalho em alto nível frentes competições internacionais sem a suma dependência de elencos fortes. Mesmo os trabalhos do Dorival Júnior pelo São Paulo e Flamengo demonstraram vícios em determinados esquemas, dependências de qualidades individuais (não táticas) na solução de partidas complicadíssimas e falta de variabilidade tática durante os jogos, o que se mostrou como característica do técnico na sua passagem pela seleção.

Medida a crise de pensamento tático e técnico no Brasil a tendência é de que a CBF ou busque um profissional estrangeiro que trabalhe ou tenha trabalhado no centro do futebol global — ou seja, na Europa — ou um profissional brasileiro que tenha tido experiência vasta na Europa durante boa parte da carreira, e que, portanto, tenham um pensamento próximo do que é ensinado no centro do futebol mundial de forma qual a seleção brasileira possa encontrar êxito em sua reconstrução nas competições internacionais, dentre o primeiro caso ventila-se os nomes de Carlo Ancelotti, atual treinador do Real Madrid, e Jorge Jesus, hoje no Al Hilal, no segundo caso é citável o nome de Felipe Luís, atual técnico do Flamengo que vem fazendo um bom trabalho no time rubro-negro.

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