Zine é um negócio muito legal e eu particularmente nunca vi por aqui. O mais próximo disso são os folhetos religiosos, comunistas ou conspiracionistas impressos em uma única folha, frente e verso, no papel mais fino possível e na menor letra possível. Eu ainda tenho vontade de fazer uns sobre coisas que eu gosto e penso. Tem uma ideia gringa muito legal só que não sei se daria certo aqui.

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Mas ainda há uma subcultura de zine, muito mais restrita que nos anos 70, 80, 90 etc, é verdade, mas há. Tem o Roger BeatJesus mais underground, tem uns zines mais goumet vendidos pela banca Tatuí (SP). Tem a loja editora Ugra Press, que publica ex-zineiros (Diego Gerlach, por exemplo) em coisas que se assemelham a fanzines. Enfim.

Sempre será subcultura e é bom que seja assim. Não me importo com zines famosos, eles são ponta de divulgação e o que se segue ao entrar numa subcultura é descobrir os nichos por si mesmo.