O Hoppe defendia que a nossa forma de organização produz elites naturais, que seriam pessoas que despontam econômica, intelectual e/ou moralmente, e que acabam se tornam referência central para a sociedade.
Eu creio que isso ocorra realmente, mas não que signifique que essas figuras devam produzir um controle central, mas sim que devam ser lideranças simbólicas, apenas, e a sociedade é que deva se agrupar de forma orgânica através da propriedade privada, da especialidade de cada um e de regras baseadas em consenso...
E quanto mais estruturas de livre competição e verificação houver, melhor será para que nenhum ente tentar quebrar as leis e contratos.