Não é uma frase de Einstein.

O simbolismo do ouroboros contrastando com a linha reta, presume que “tudo” está contido em si próprio. Eu, ao invés disso, contrastaria com o símbolo da cruz, onde a linha reta é atravessada pelo transcendente, onde ao invés da linha tentar se auto-consumir para criar a ideia do infinito, ela se abre a receber o que realmente é acima dela, onde o todo não se resume a si mas se abre.

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