Uma das coisas que vale destacar na obra de Tolkien, dentre tantas outras, são os fundamentos das nobres virtudes compartilhadas pelos mais honoráveis personagens. Uma delas é a sinceridade. Os livros sugerem q uma pessoa q não mente dificilmente é enganada, e isso parece ter algum fundamento. Eu tenho cá meus fundamentos para a apologia da sinceridade, mas essa de que uma pessoa sincera é mais difícil de ser enganada foi nova. Uma pessoa sincera tem sempre a si como referência, o q de certa forma torna institivo sentir um comportamento "estranho", enquanto o mentiroso não terá a mesma possibilidade, já que a mentira não lhe é estranha. Sempre que dois nobres conversam na obra há um notório cuidado para que nenhuma palavra leviana seja usada, e os segredos mais sensíveis não são omitidos sem a devida escusa e justificativa, o que geralmente é prontamente compreendido pelo interlocutor.

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