não, não, aí que tá. não é colocar o oprimido como opressor ou vice-versa, mas ter a consciência de que eu enquanto oprimido (coisa que não sou ou deixei de ser a partir dos meus 15, 16 anos, e aqui não vou entrar no mérito) tenho pleno potencial de me tornar opressor caso a maré mude, como a butler apontou. eterna vigilância e revisão da conjuntura, o que nesses tempos líquidos hipermodernos pode mudar da noite pro dia. um macete que torna tudo bem mais fácil é prestar atenção no que o fórum econômico mundial diz e seguir o caminho oposto. tem funcionado desde os meus 13 anos, não erra nunca, rs. fora fhc, fora fmi haha
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