Replying to Avatar Russo

Sem dúvida a literacia é o pilar central de um estado livre e democrático.

Mas este tema é complexo e tem pano para mangas.

Em em vários aspectos eu concordo com o que dizes, mas o estado foi o responsável pela degradação da educação nos últimos anos.

Aqui posso deixar uma questão no ar, quem é o principal beneficiado com a ignorância dos seus cidadãos?

Numa sociedade livre e aberta não seria de interesse público haver uma transparência total no trabalho que é feito pelo estado o qual pertence a todos nós?

O grau de transparência exigido pelo estado ao indivíduo, que é privado é maior que o grau de exigência da transparência do estado porquê?

O grau de degradação da educação e a diminuição da exigência da mesma não é só um problema português e isso consegue se ver claramente.

Tal como se consegue ver também que o jornalismo já deixou de ser independente há alguns anos para servir agendas políticas e interesses económicos.

Numa evolução de sociedade com tecnologia cada vez mais avançada não seria normal a diminuição de necessidade de cargos públicos ao invés do seu aumento e a alocação de mais pessoas na produção de valor para a sociedade como um todo?

Porque é que cada vez o estado consome mais valor que é criado pelo privado e cada vez está mais degradado?

Eu não sou nada a favor de extrema direita de Venturas e Le Pens.

Sou a favor de um repensar da constituição e da diminuição do desperdício de valores consumidos pelo estado, pois o trabalho que o estado faz se tivesse o grau de exigência que um privado tem teria 90% menos pessoas e mais tecnologia na ajuda do desempenho das suas funções, para poder libertar impostos e valor e deixar o livre mercado funcionar e criar o seu valor.

Obrigado José pelo teu tempo e resposta.

Estou de acordo contigo na grande maioria dos pontos por ti levantados, e colocas algumas questões interessantes, nomeadamente essa última acerca dos recursos/valores usados pelo Estado.

Reply to this note

Please Login to reply.

Discussion

Há várias boas questões que podiam e deviam ser levantadas, mas há falta de vontade de o fazer.