Antes do padrão BIP39, a geração de chaves privadas dependia da aleatoriedade direta e de algoritmos específicos de cada carteira ou software, sem um padrão unificado para frases mnemônicas ou recuperação de chaves. A segurança ainda era alta devido ao vasto espaço de possíveis chaves, mas a falta de padrões tornava o backup e a recuperação mais complexos e menos acessíveis para usuários comuns. As chaves privadas eram geradas diretamente a partir de números aleatórios dentro do intervalo definido pela curva elíptica usada no Bitcoin (secp256k1). Isso exigia uma fonte de aleatoriedade de alta qualidade para evitar a geração de chaves fracas ou previsíveis. A responsabilidade de armazenar, fazer backup e proteger as chaves privadas era inteiramente do usuário. Métodos comuns incluíam o armazenamento em mídias físicas (como papel ou dispositivos de armazenamento) sem um padrão unificado para a recuperação dessas chaves. Embora a ideia de usar frases mnemônicas (um conjunto de palavras fáceis de lembrar) para representar chaves privadas já existisse, ela não era tão padronizada ou amplamente adotada quanto após a introdução do BIP39. As ferramentas e carteiras variavam significativamente em suas abordagens para a geração e recuperação de chaves.

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