nem, garota, tu é iluminada. deixa quieto.
nah, sério. tava falando pra uma amiga agora, acordo já com medo de entrar aqui nos últimos tempos. mas... segue o baile.
como as coisas mudaram nos últimos meses, nostr virou twitter. a paz acabou, rs.
lindão mesmo.
foi um não, rs. por isso que tô no nostr. mas obrigado, garota.
não.
já leu?
sim.
Descobri esses dias, por acaso, que o nostr:nprofile1qqsq2frxvvwxczhdsst3lql08j2uhqvy34xumsw3a6wlma6ms5xpedqpz4mhxue69uhhyetvv9ujuerpd46hxtnfduhsz9mhwden5te0wfjkccte9ehx7um5wghxyctwvshsz9thwden5te0dehhxarj9ehhsarj9ejx2a30ck5w70 é tradutor duma bio do Iggy Pop. 🤙
é, tem isso, rs.
pra constar: o linus também era liberal, clássico ainda por cima, rs.
ei, relaxa, só mais uma conversa em rede social. é só que habermas foi a raspa do tacho de frankfurt, sabe, o que quer dizer: capitalista liberal anti-marxista, mais conhecido (e tu como estudante de direito deve saber porque eu aprendi isso no primeiro ano do curso) pela teoria democrática liberal e pela teoria crítica. chamar o cara de socialista meio que me deixa sem argumento pra continuar mesmo. só isso, pega nada. sossega. mas é por isso que, quando se trata de ética argumentativa, antes de pensar em começar a falar sobre propriedade (assunto mais que batido há milênios segundo a ética libertária anarquista -- cresci vendo robin hood, por sinal), eu fico com schopenhauer e olavão (riso) e longe de dialética erística.
já conhecia, sim, gosto bastante. como disse, a união das palavras naomi e fofa é que me matou -- e matou geral.
acabei de ler 750 páginas sobre habermas, camarada. não, obrigado.
hoppe flertou com habermas? resume bem o coreto. em suma: economia é coisa de estadista, seja estadista de direita (liberal) ou estadista de esquerda (socialista). o resto é chamar urubu de meu louro. mas não escute um analfabeto que nem eu.

