🚨Alexandre de Moraes tenta burlar a Magnitsky 🚨
Moraes está usando o PIX e cartão de Gabriel Charrita ‼️
https://blossom.primal.net/b52191e5008472aaae278df47ab15fe8d813a5b2e02e934443e419df8e4ec5e3.mp4
Jogaço, gostei muito desse game, espero que venha uma DLC futuramente.

Segura essa bomba kkkkk

Mano, olha o nariz desse cara kkkkk
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Caralho mano, a internet ultimamente está bem desestimulante pelo menos as coisas ao meu redor também estou achando bem entediante, tá uma merda.
Meu sentimento atual é o mesmo do título desse livro, ultimamente tá foda.

O que seria esse projeto??
Infelizmente a Bahia está largada demais, e o pior que é do interesse dos governantes ficar assim
Senta que lá vem imposto kkkkk
https://revistaoeste.com/economia/haddad-quer-arrecadar-r-100-bi-com-acordos-tributarios/
‘Apagão’ no Planejamento: principais auxiliares abandonam Simone Tebet
Dos seis secretários de alto escalão nomeados pela ministra https://revistaoeste.com/politica/internet-resgata-fala-de-simone-tebet-pro-voto-impresso-assista/
no início do governo Lula 3 para o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), apenas um permanece. Isso se dá em dois anos e quatro meses depois da posse. O único remanescente é Gustavo Guimarães, considerado o número dois da pasta.
Todos os demais deixaram seus cargos: Sérgio Firpo (Monitoramento e Avaliação), Renata Amaral (Assuntos Internacionais), Leany Lemos (Planejamento), Paulo Bijos (Orçamento) e Totó Parente (Relações Institucionais). A saída mais recente, confirmada nesta quarta-feira, 29, foi a de Firpo.
Tebet: desgaste interno e frustrações com a estrutura
Conforme a CNN, Firpo já demonstrava há algum tempo o desejo de deixar o cargo. O motivo foi principalmente a dificuldade de ver as revisões propostas tornarem-se mudanças concretas. O caso dele, porém, não é isolado. Do mesmo modo, outros secretários também saíram insatisfeitos com as dinâmicas internas do governo.
Entre os fatores que ganharam repercussão, está a frustração com os obstáculos para levar adiante agendas estruturantes da pasta. A avaliação entre técnicos do MPO é que o “imediatismo” que rege parte das decisões do governo atrapalha iniciativas de médio e longo prazo.
https://www.youtube.com/watch?v=rXoV6BTfOQk
Interlocutores ressaltam, contudo, que a gestão de Simone Tebet garante autonomia técnica à equipe, o que seria um mérito da ex-senadora que concorreu à presidência da República e, no segundo turno, apoiou Lula. A postura improdutiva do presidente, aliás, explicaria o entrave para o funcionamento da pasta.
A própria posição de Tebet representaria um fator de isolamento político. O Planejamento tem pouca inserção nas negociações estratégicas do governo, que ficam concentradas no núcleo mais próximo de Lula, composto por nomes como Gleisi Hoffmann, Rui Costa e Fernando Haddad.
Para onde foram os assessores; confira
Os secretários que deixaram o ministério seguiram rumos variados. Totó Parente saiu alegando motivos pessoais. Renata Amaral assumiu cargo no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Leany Lemos migrou para o setor privado. Paulo Bijos, por sua vez, retornou à Câmara dos Deputados, de onde saiu ‘sob empréstimo’.
Com a permanência de Gustavo Guimarães, o Planejamento tenta preservar alguma continuidade na condução da agenda técnica, em meio às dificuldades enfrentadas para consolidar espaço na estrutura decisória do governo federal.
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Nem os caras estão aguentando mais
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