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Dr. Caleb
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Previsão: Existe uma enorme bolha nas dívidas públicas que pode marcar o fim das moeda fiat.

A partir de 1971, ocorreu um aumento de 80x na dívida dos EUA, 70x do déficit público e de 32x na quantidade de dólares (M2).

Ainda assim, títulos da dívida são considerados investimentos seguros e de longo prazo.

Na realidade, essas dívidas nunca serão legitimamente pagas. Há apenas duas saídas plausíveis para os Estados, e ambas envolvem sacrifícios.

1 - Calote.

Isso geraria a falência em massa de diversos bancos mundialmente e corridas bancárias seriam frequentes. A maioria perde todo seu dinheiro, que nunca esteve no banco, por conta das reservas fracionárias. Quem tem #Bitcoin estaria livre desse risco.

2 - Inflação.

Com suas dívidas sendo cada vez menos atraentes, Estados não conseguirão refinanciamento eternamente. As taxas de juros caíram por 40 anos, de 20% a 2%, mas não há como isso se repetir.

Terão que imprimir ainda mais moeda para pagar suas dívidas, o que causaria uma tremenda desvalorização das moedas fiat e perda de confiança. Quem tem #Bitcoin estaria livre dessa dissolução.

É bem possível que estejamos próximos ao fim do experimento fiat e dos Estados-nação enormes. Nada indica que esse cenário é reversível.

Proteja-se.

"E se CAIR a internet no mundo, como fica seu #Bitcoin ??" Vamos acabar com esse FUD:

1 - 97% do dinheiro fiat é digital. Acabar a internet no MUNDO inteiro de uma vez faria esse capital ser inacessível. Sem contar todas as bolsas de valores, dados (ex.: Bloomberg) etc. #BTC seria sua última preocupação - invista em um Bunker se acha que isso é um cenário real, vai precisar.

2 - A "internet mundial" não roda num modem igual na sua casa. Ela não simplesmente "cai". A Starlink não vai de repente parar de operar, que cenário fantasioso é esse? Sem contar internet discada (usa linhas telefônicas), etc.

3 - Mesmo que a internet "caia", o Bitcoin só daria uma pausa. Assim que a conexão voltasse, a rede continuaria do ponto onde parou, seguindo a cadeia com mais trabalho aplicado.

Mais importante que tudo isso: não há motivo para zombar de um iniciante com essas dúvidas. Todo mundo que conhece pouco o Bitcoin tem quase a obrigação de ser super cético e até contra. Nós passamos por isso também.

Qual a contradição?

Eu dou uma boa parte do meu capital À Igreja todo mês, voluntariamente. Ainda não vi um argumento de por que preciso de um governante que inicia o uso da violência me obrigando a contribuir para ele.

Ainda assim, por que precisamos de governantes? Por que preciso de alguém para tomar conta de mim enquanto me controla?

Por que precisamos de governantes? Meu único mestre é Cristo, por que preciso de alguém que se diz representante dele tomando meu dinheiro à força?

Sou iniciante aqui: Postei um texto com alguns erros e gostaria de editar/apagar o post e publicar corrigido. Estou tentando mas não consigo apagar pelo Primal, como fazer isso no NOSTR? Como apago um post no Primal?

Perdoem a ignorância!

ESTÁ É A HISTÓRIA DA SUA ESCRAVIDÃO:

(Esse texto mudará sua vida)

Como todos os animais, os seres humanos desejam dominar e explorar os recursos ao seu redor. Inicialmente, caçávamos, pescávamos e vivíamos dos recursos da terra.

Mas então, algo mágico e terrível aconteceu às nossas mentes: diferentemente dos outros animais, passamos a temer a morte e a perda futura. Isso marcou o início de uma grande tragédia e de uma possibilidade ainda maior...

Quando passamos a temer a morte, dor e aprisionamento, nos tornamos controláveis — e, por isso, extremamente valiosos — de uma maneira que nenhum outro recurso poderia ser.

O maior recurso que um ser humano pode controlar não são recursos naturais, ferramentas, animais ou terras, mas outros seres humanos.

Você pode assustar um animal porque ele teme a dor no momento, mas não pode assustá-lo com a perda de liberdade, com tortura ou aprisionamento no futuro, pois animais têm pouco senso de amanhã. Você não pode ameaçar uma vaca com tortura, nem uma ovelha com morte. Não pode exigir mais frutos de uma árvore sob ameaça, nem mais trigo de um campo com uma tocha acesa. Não pode obter mais ovos ameaçando uma galinha — mas pode obter os frutos de um homem ameaçando-o.

A agricultura humana tem sido a ocupação mais lucrativa e destrutiva ao longo da história, e agora alcançando seu ápice.

A sociedade humana só pode ser compreendida racionalmente quando vista pelo que realmente é: uma série de fazendas onde "agricultores" humanos possuem "gado" humano.

Algumas pessoas se confundem ao ver que governos fornecem saúde, água, educação e estradas, e imaginam que exista alguma benevolência nisso. A realidade é bem diferente. Agricultores também fornecem cuidados de saúde, irrigação e treinamento ao seu gado.

Algumas pessoas se confundem ao desfrutar de certas liberdades, pensando que seu governo protege suas liberdades. Mas, assim como agricultores dão mais espaço para certos animais se isso significa mais produção, seu "agricultor" lhe concede liberdades não por se importar com você, mas para aumentar seus lucros.

Está começando a ver a natureza da gaiola em que nasceu?

Existiram quatro grandes fases da "agricultura" humana. A primeira, no Egito Antigo, era a compulsão humana direta e brutal. Os corpos eram controlados, mas a mente humana, criativa, permanecia inalcançável pelo chicote. Os escravos eram improdutivos e requeriam enormes esforços para serem controlados. A segunda fase, o modelo romano, concedeu aos escravos certa liberdade, o que aumentou sua produtividade. Isso enriqueceu Roma, aumentando a arrecadação de impostos e o poder do governo e destruindo as liberdades econômicas que alimentaram seu poder — e então, eventualmente, colapsou.

Após a queda de Roma, o modelo feudal introduziu a propriedade e tributação do "gado" humano, não mais diretamente possuído, mas sim cultivando terras que poderiam manter enquanto pagassem aos senhores locais.

Esse modelo se desfez e foi destruído durante o movimento de cercamentos, quando terras foram consolidadas e milhares de camponeses foram expulsos de suas terras ancestrais, pois novas técnicas agrícolas tornavam fazendas maiores mais produtivas com menos pessoas.

A produtividade aumentada da Idade Média tardia criou o excesso de alimentos necessário para a expansão de cidades, dando origem ao modelo democrático moderno de posse humana. Com camponeses migrando para as cidades, um grande estoque de capital humano barato se tornou disponível para os industrialistas emergentes — e a classe dominante rapidamente percebeu que poderia lucrar mais permitindo que seu "gado" escolhesse suas próprias ocupações.

Sob o modelo democrático, a posse direta de escravos foi substituída pelo modelo da Máfia. A Máfia raramente possui negócios diretamente, mas envia capangas uma vez por mês para extorquir os "proprietários" dos negócios. Agora, você é permitido escolher sua própria ocupação, o que aumenta sua produtividade — e, assim, os impostos que pode pagar aos seus mestres.

Suas poucas liberdades são preservadas porque são lucrativas para seus proprietários.

No modelo Democrático, a propriedade direta de escravos foi substituída pelo modelo da Máfia. A Máfia raramente possui negócios diretamente, mas, em vez disso, envia capangas para extorquir os "proprietários" dos negócios uma vez por mês. Agora, você tem permissão para escolher sua própria ocupação, o que aumenta sua produtividade — e, consequentemente, os impostos que você pode pagar aos seus mestres.

Suas poucas liberdades são preservadas porque são lucrativas para seus proprietários.

O grande desafio do modelo Democrático é que aumentos na riqueza e liberdade ameaçam os "agricultores". As classes dominantes inicialmente lucram com um mercado relativamente livre de capital e trabalho, mas à medida que seu "gado" se acostuma mais com suas liberdades e riqueza crescente, começam a questionar por que precisam de governantes.

É... Ninguém disse que a agricultura humana seria fácil.

Manter o "gado" seguramente no controle das classes dominantes é um processo de três fases.

1 - A primeira é doutrinar os jovens através da "educação" governamental. À medida que a riqueza dos países democráticos crescia, escolas governamentais eram universalmente impostas para controlar os pensamentos e almas do "gado".

2 - A segunda é fazer com que os cidadãos se voltem uns contra os outros por meio da criação de "gado" dependente. É muito difícil governar seres humanos diretamente pela força — e, onde isso pode ser alcançado, permanece extremamente improdutivo, como pode ser visto na Coreia do Norte. Seres humanos não se reproduzem bem nem produzem eficientemente em cativeiro direto. Se acreditam que são livres, então produzirão muito mais para seus "agricultores". A melhor maneira de manter essa ilusão de liberdade é colocar parte do "gado" na folha de pagamento do "agricultor". Aqueles que se tornam dependentes da hierarquia existente então atacarão qualquer outro que aponte a violência, hipocrisia e imoralidade da propriedade humana.

Liberdade é escravidão, e escravidão é liberdade.

Se você consegue fazer com que o "gado" ataque uns aos outros sempre que alguém traz à tona a realidade de sua situação, então não precisa gastar tanto controlando-os diretamente. Aqueles que dependem da generosidade roubada do "agricultor" se oporão violentamente a qualquer questionamento sobre a validez da propriedade humana — e as classes intelectuais e artísticas, sempre e eternamente dependentes dos "agricultores", dirão a qualquer um que exija liberdade: “Você prejudicará seus companheiros”.

O "gado" é mantido sob controle, atribuindo a responsabilidade moral pela violência do sistema àqueles que reivindicam verdadeira liberdade.

3 - A terceira fase é inventar ameaças externas contínuas, para que o "gado" assustado se agarre à “proteção” dos "agricultores".

Este sistema de "agricultura" humana está agora chegando ao seu fim.

A terrível tragédia dos sistemas econômicos ocidentais modernos ocorreu não apesar de, mas por causa das liberdades econômicas passadas. Os enormes aumentos na riqueza americana ao longo do século XIX resultaram da liberdade econômica — e foi esse mesmo aumento de riqueza que alimentou o tamanho e o poder do estado.

Sempre que o "gado" se torna mais produtivo, ocorre um aumento correspondente no número de "agricultores" e seus dependentes. O crescimento do estado é sempre proporcional às liberdades econômicas anteriores.

Liberdades econômicas criam riqueza, e a riqueza atrai mais ladrões e parasitas políticos, cuja ganância então destrói as liberdades econômicas.

Em outras palavras, a liberdade metastatiza o câncer do estado. O governo que começa sendo o menor sempre acabará sendo o maior.

É por isso que não existe alternativa viável e sustentável além de uma sociedade COMPLETAMENTE livre. Uma sociedade sem governantes políticos, sem posse humana, sem a violência da tributação e do estado...

Ser verdadeiramente livre é ao mesmo tempo muito fácil e muito difícil. Evitamos o horror do nosso aprisionamento porque é doloroso encará-lo diretamente. Dançamos ao redor da violência do nosso sistema em agonia porque tememos os ataques dos nossos companheiros de cativeiro.

Mas só nos mantemos nas gaiolas que nos recusamos a ver.

Acorde...

Ver a fazenda é deixá-la.

(Autor: Stefan Molyneux, Tradução: Dr. Caleb)

https://m.primal.net/HoKO.webp

Vivemos sob um regime opressivo que nos escraviza.

Usam violência, nos ameaçam de morte e mentem todos os dias para nos controlar.

E nós não iremos financiar aqueles que nos escravizam.

Tiraremos tudo deles.

Não daremos nada a eles.

Entendeu?

Por que o ouro era dinheiro? Entre todos os bens, por que esse metal?

Dinheiro é o bem comum utilizado como meio de troca, mas nem todo bem é qualificado para isso. Apenas aqueles com maior vendabilidade (facilidade de vender).

O economista fundador da escola austríaca, Carl Menger, afirma:

"A maior propensão de um bem para acumulação, e sua adoção generalizada para esse propósito, se tornou uma das mais importantes causas do aumento da sua vendabilidade e portanto na sua qualificação como meio de troca."

Menger argumenta que bens mais aptos como reserva de valor, para "acumulação", tem naturalmente mais vendabilidade e que este é um dos principais fatores para a adoção de um bem como dinheiro.

Mises complementa "Assim que a prática de utilizar um certo bem econômico como meio de troca se torna comum, as pessoas tendem a acumular mais desse bem em relação aos outros".

Embora economistas modernos argumentem que o dinheiro necessita de inflação, a história da humanidade mostra que o contrário é verdade:

A História nos mostra que a humanidade, quando livre para escolher, usa bens menos inflacionários como dinheiro.

A partir do próximo halving, o Bitcoin será o ativo com menor inflação no planeta.

A quantidade de ouro aumenta em média 1-2% ao ano, e a do #Bitcoin aumentará apenas 0.83%.

A História não se repete, mas será que rima?

Estou no NOSTR, muito obrigado aa nostr:npub1w2vm583yvalnc02ngh6rxhn4ekp8m0xysmrzr6s7ufdwmu9r9qxsqdg0ng por ser meu guia nessa jorada.

Madeira!