# Meta adquire 49% de participação da Scale AI por 14,3 bilhões de dólares:
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A empresa atua como uma das principais fornecedoras de dados anotados e rotulados por humanos para o treinamento de modelos como ChatGPT, Gemini e Claude. Como parte do acordo, Alexandr Wang, agora ex-CEO da Scale, passará a se reportar diretamente a Mark Zuckerberg. Apesar disso, a Scale afirma que continuará operando de forma independente. As informações são dos sites The Verge e TechCrunch
# Até 2027, metade das empresas deve desistir da substituição completa de humanos por IA no atendimento a clientes:

Em uma pesquisa realizada com 163 líderes de suporte, 95% planejam contratar pessoas para poder definir estrategicamente o papel da tecnologia. A abordagem híbrida, na qual IA e humanos atuam em conjunto, seria a estratégia mais eficaz para oferecer melhores experiências aos clientes. As informações são do site da Gartner.
# Fechamento de Fronteiras entre Paquistão e Irã:

O Paquistão fechou suas rotas aéreas e terrestres com o Irã em resposta ao fechamento iraniano, afetando o comércio e a circulação na região. A província do Baluchistão, dependente do Irã para alimentos e combustível, enfrenta sérios riscos de escassez. As principais rotas afetadas são a passagem de Taftan e a fronteira Gabd-Rimdan. Embora cidadãos paquistaneses possam retornar do Irã, não podem cruzar de volta. As autoridades minimizam a crise, atribuindo-a à suspensão do contrabando de petróleo iraniano. O fechamento prejudica trabalhadores e famílias, ampliando o isolamento da região.
# Israel bombardeia TV estatal iraniana após ordenar evacuação em Teerã:
Netanyahu diz controlar os céus da capital e promete seguir com ofensiva; Irã envia sinais para evitar escalada
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# Educação: 32,5% dos municípios brasileiros estão na faixa de baixo desenvolvimento:
**Nos municípios com desenvolvimento crítico, 57% das turmas do Ensino Fundamental não são ministradas por professores com formação adequada**
No Brasil, mais de 56% dos municípios, ou seja, 3.113 entes, registram desenvolvimento moderado na área da Educação, enquanto 7,2%, o que corresponde a 401 cidades, têm alto desenvolvimento.
Apesar desse quadro, um estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), revela que ainda há 32,5% dos municípios brasileiros, ou seja, 1.806, que ainda permanecem na faixa de baixo desenvolvimento. Além disso, 4,1%, ou 230, apresentam cenário crítico.
De acordo com a Firjan, o estudo avalia a oferta, assim como a qualidade da educação básica em escolas públicas e privadas, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.
Nesse caso, são analisados pontos como percentual de crianças de até três anos matriculadas em creches, adequação da formação dos professores que lecionam no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, oferta de educação em tempo integral, taxas de abandono escolar e de distorção idade-série e desempenho dos alunos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Ensino Fundamental.
FPM: União repassa R$ 8,6 bi aos municípios, nesta sexta-feira (9); confira quanto sua cidade recebe
Diante disso, o estudo pontua que, nos municípios com desenvolvimento crítico, 57% das turmas do Ensino Fundamental não são ministradas por professores com formação adequada. Além disso, mesmo que em menor proporção, cidades com alto desenvolvimento também apresentam o mesmo problema.
Outra preocupação destacada diz respeito à distorção da idade-série. De acordo com o levantamento, 40% dos alunos do Ensino Médio nos municípios críticos estão acima da idade recomendada. Esse número é quase cinco vezes o notado nas cidades mais desenvolvidas, com 8,3%.
Educação Infantil
Em relação à Educação Infantil, o estudo revela que somente 19% das crianças de até três anos estão matriculadas em creches nos municípios com pior desempenho. O resultado corresponde a quase um terço do percentual registrado nas cidades de alto desenvolvimento, com 53%, onde a média supera a meta vigente do Plano Nacional de Educação (PNE).
# Covid-19. Brasil ultrapassa 130,5 mil casos em 2025:
**Já os óbitos pela doença somaram 664**
De 1° a 22 de fevereiro deste ano, o Brasil já soma 130.507 casos de Covid-19. Já os óbitos pela doença somaram 664. Na Semana Epidemiológica (SE) 08/2025, correspondente ao período de 16/02 a 22/02, foram registrados 22.097 novos casos da doença e 153 mortes. Os dados podem ser acessados no painel do Brasil 61, feito com base nos dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde. .
Na SE 08/2025, os estados de São Paulo, Tocantins e Mato Grosso registram os maiores números de novos casos positivos para Covid-19 no país. Apenas em SP foram 8.874 novos registros. Já no TO houve 4.255 pessoas positivas para a doença e em MT foram 1.762 novos casos de Covid-19 em uma semana. As UFs foram as únicas que registraram mais de mil positivos no período.
Em comparação à SE 07/2025, que diz respeito aos dias 9 a 15 de fevereiro, houve uma alta de 61,1% nos casos positivos na SE 08/2025. Em relação aos óbitos, houve um aumento de 86,6%. Os registros na Semana Epidemiológica 7 foram de 13.709 casos e 82 óbitos.
Cenário epidemiológico
O mais recente Boletim InfoGripe da FioCruz, referente à Semana Epidemiológica (SE) 09/2025 – que corresponde o período de 23/02 a 01/03 – aponta que nas quatro últimas semanas epidemiológicas, 81,4% dos óbitos foram por Covid-19 e entre os casos positivos, o percentual da doença ficou em 39,9%
O documento destaca, ainda, que nove das 27 unidades federativas apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas. Confira os estados: Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. Dentre as nove UFs, sete apresentam sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo: Distrito Federal, Goiás, Pará, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.
Conforme o Boletim, a manutenção do aumento de casos de SRAG, com incidências de moderada a alta em vários estados da Região Norte, como PA, RO e RR e TO, e em alguns estados das regiões Centro-Oeste e Nordeste, sendo DF, GO e SE, é justificada pela alta de casos entre crianças e adolescentes de até 14 anos.
Já em GO e no DF, o avanço de SRAG entre crianças de até quatro anos está relacionado, em especial, ao vírus sincicial respiratório (VSR). Em SE, GO e DF, o crescimento de SRAG na faixa etária de 5 a 14 anos está associado ao rinovírus. Nos demais estados, a FioCruz afirma que ainda não é possível determinar qual vírus é o responsável pelo aumento.
O Informe da FioCruz detalha que a Covid-19 continua sendo a principal responsável pelos casos e óbitos de SRAG entre os idosos nas últimas semanas. Porém, os casos da Síndrome associados à doença nessa faixa etária seguem em níveis baixos ou moderados, sem sinal de crescimento na maior parte do país.
# São Paulo lidera ranking de inovação; veja desempenho de outros estados:

**Levantamento do INPI mostra que nenhum estado do Nordeste configura entre os dez primeiros colocados. Maranhão, por exemplo, mais uma vez amarga as últimas colocações**
Um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) revela que, de todas as unidades da federação brasileiras, São Paulo apresenta o melhor desempenho em relação à inovação. Entre 2014 e 2024, o estado paulista passou de um índice de 0,877 para 0,891 pontos, em um cenário onde a escala tem um valor máximo de 1 ponto.
O economista chefe do INPI, Rodrigo Ventura, afirma que São Paulo lidera o ranking há pelo menos 10 anos. Segundo ele, só a capital paulista concentra mais de 60% dos investimentos nacionais, com mais de 2 mil empreendimentos voltados para a área de tecnologia, além de abrigar gigantes multinacionais.
“Essa estrutura de inovação não se restringe à capital. Em São Paulo, existe o Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos. Também tem a Unicamp, que é referência; além de São Carlos, outra referência em desenvolvimento tecnológico na área de ciências agrárias. Por isso que, no IBID [Índice Brasil de Inovação e Desenvolvimento], São Paulo é líder nacional em 40 dos 74 indicadores que compõem o índice do INPI”, explica.
De acordo com o estudo, a região Sul do Brasil apresentou uma evolução significativa, influenciada, sobretudo, pelos resultados do Paraná e de Santa Catarina. No período analisado, o estado paranaense subiu da 6ª para a 3ª posição no ranking.
No primeiro ano avaliado, a unidade da federação performava com 0,358 pontos e agora conta com uma pontuação de 0,406. Santa Catarina está ainda melhor, já que atualmente ocupa a segunda posição, com 0,415 pontos, desbancando o Rio de Janeiro.
Segundo o advogado e mestre em Gestão de Riscos e Inteligência Artificial da Universidade de Brasília (UnB), Frank Ned Santa Cruz, em regra, inovação representa um processo de risco, mas que pode atrair investimentos expressivos. Nesse sentido, ele destaca o que pode ser levado em conta para a execução dessas iniciativas.
“Entre os elementos que podem destacar uma cidade com inovação, está a criação de espaços de inovação, viabilizando uma plataforma de incentivo aos programas de inovação. Isso vai desde benefícios fiscais previstos em legislação, mas também criando um ambiente, fóruns, espaços de diálogos e chamamento público para que empresas, inclusive da iniciativa privada, possam contribuir no fomento das inovações”, pontua.
Nordeste
O levantamento mostra, ainda, que nenhum estado do Nordeste configura entre os dez primeiros do ranking. Maranhão, por exemplo, mais uma vez amarga as últimas colocações. Em 2024, o estado era o 25° colocado, com 0,123 pontos. Desta vez, em meio à gestão de Flavio Dino e de seu sucessor, o atual governador Carlos Brandão (PSB), o estado está na penúltima posição, com 0,125 pontos.
Na avaliação do economista chefe do INPI, Rodrigo Ventura, esse cenário em relação ao Nordeste se dá, entre outros fatores, pelo resultado das dimensões que compõe o chamado macroambiente - que tornam o estado mais ou menos propício à atividade inovativa.
“Os estados do Nordeste, em termos relativos, comparativos a outros estados, não vão muito bem em dimensões como ambiente institucional, ambiente regulatório, infraestrutura geral, notadamente tecnologias ou acesso a tecnologias da informação e comunicação; e também não vão bem em termos de qualificação da força de trabalho”, considera.
Em 2014, o pior desempenho foi obtido pelo estado de Alagoas, que ocupou a última posição do ranking, com 0,121 pontos. No ano passado, a unidade da federação conseguiu subir seis colocações, fechando 2024 em 21°, com 0,143 pontos. No balanço mais recente, a última posição foi ocupada pelo Acre, que caiu quatro posições, com 0,111 pontos.
# Proposta Bilionária de Musk para OpenAI.

Um consórcio liderado por Elon Musk fez uma oferta de US$ 97,4 bilhões para adquirir a organização sem fins lucrativos que controla a OpenAI, acirrando a disputa com Sam Altman, cofundador da empresa. Musk, que deixou a OpenAI em 2019, critica a transformação da entidade em uma subsidiária com fins lucrativos, alegando que isso trai sua missão original. A proposta complica os planos de Altman, que busca reestruturar a OpenAI e garantir uma participação na nova empresa. Musk já entrou com ações legais contra a OpenAI, questionando a avaliação de sua organização sem fins lucrativos e seu relacionamento com a Microsoft, enquanto a OpenAI responde às alegações como infundadas.
# Dólar inicia semana a R$ 5,78 à espera do anúncio do ‘tarifaço’ de Trump; Ibovespa fecha em alta.
Moeda americana apresentou valorização em relação à maioria das moedas, impulsionado pela expectativa de tarifas de 25% sobre importações de aço e alumínio nos EUA, prometidas por Donald Trump. Na segunda-feira (10), fechou a R$ 5,7860, com desvalorização de 0,87% em fevereiro e 6,38% em 2025. O índice DXY subiu 0,26%, alcançando 108,319 pontos. O Ibovespa também teve alta de 0,76%, aos 125.571,81 pontos, enquanto o giro financeiro foi de R$ 17,3 bilhões. Análises apontam que as tarifas podem impactar a inflação e influenciar a política monetária do Federal Reserve.
# Dólar inicia semana a R$ 5,78 à espera do anúncio do ‘tarifaço’ de Trump; Ibovespa fecha em alta.
Moeda americana apresentou valorização em relação à maioria das moedas, impulsionado pela expectativa de tarifas de 25% sobre importações de aço e alumínio nos EUA, prometidas por Donald Trump. Na segunda-feira (10), fechou a R$ 5,7860, com desvalorização de 0,87% em fevereiro e 6,38% em 2025. O índice DXY subiu 0,26%, alcançando 108,319 pontos. O Ibovespa também teve alta de 0,76%, aos 125.571,81 pontos, enquanto o giro financeiro foi de R$ 17,3 bilhões. Análises apontam que as tarifas podem impactar a inflação e influenciar a política monetária do Federal Reserve.
# Dólar inicia semana a R$ 5,78 à espera do anúncio do ‘tarifaço’ de Trump; Ibovespa fecha em alta.
Moeda americana apresentou valorização em relação à maioria das moedas, impulsionado pela expectativa de tarifas de 25% sobre importações de aço e alumínio nos EUA, prometidas por Donald Trump. Na segunda-feira (10), fechou a R$ 5,7860, com desvalorização de 0,87% em fevereiro e 6,38% em 2025. O índice DXY subiu 0,26%, alcançando 108,319 pontos. O Ibovespa também teve alta de 0,76%, aos 125.571,81 pontos, enquanto o giro financeiro foi de R$ 17,3 bilhões. Análises apontam que as tarifas podem impactar a inflação e influenciar a política monetária do Federal Reserve.
# Restrição ao uso do celular nas escolas: quais são as orientações gerais do MEC às redes de ensino.

***Medida já está valendo. Instituições de ensino devem definir estratégias de implementação da lei até o início do ano letivo***
A Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas, já está valendo. Conforme o Ministério da Educação (MEC), é de responsabilidade de cada uma das redes de ensino e escolas, públicas e privadas, definir suas próprias estratégias de implementação até o início do ano letivo. A Pasta informa que o objetivo é mitigar os impactos negativos do uso excessivo de celulares pelos estudantes, como na concentração e na saúde mental desse público.
A nova legislação não proíbe totalmente o uso de celulares, mas restringe o uso dos aparelhos durante aulas, recreios e intervalos. O uso é permitido para fins pedagógicos com autorização do professor e em casos de acessibilidade, saúde e segurança.
Com vistas a auxiliar na implementação da lei, o MEC lançou dois guias no dia 31 de janeiro. Um documento é destinado às redes de ensino, já o outro às escolas. Porém, as publicações elencam orientações gerais a serem seguidas, como:
Comunicação e conscientização: as escolas devem informar professores, alunos e famílias sobre a vigência da lei e as novas regras para uso de celulares;
Material de apoio: o MEC já disponibiliza cursos para professores sobre como orientar os alunos no uso responsável da tecnologia;
Autonomia escolar: cada rede e escola pode definir formas de aplicação da norma, com respeito à legislação e adequando as regras à sua realidade educacional;
Acompanhamento e fiscalização: o cumprimento da lei deve ser monitorado pelas próprias escolas e redes de ensino. Não há penalizações universais impostas pelo governo federal.
Suporte para as famílias: o MEC oferecerá webinários e orientações específicas para os pais, para que compreendam a importância da restrição e como apoiar seus filhos no processo.
# Proporção de quem mora de aluguel é a mais alta em 42 anos.
Em 2022, 20,9% dos brasileiros moravam em imóveis alugados, o maior índice em 42 anos. O número de moradores de aluguel cresceu 35% desde 2010, alcançando 42.167.279 pessoas. A porcentagem de brasileiros que possuem seu próprio apartamento caiu para 72,7%, o menor nível desde 1991. O total de residências alugadas aumentou 56%, enquanto o número de casas próprias teve um leve crescimento de 3%. Disparidades étnicas foram observadas, com 63,3% da população branca em imóveis próprios, contra 80,8% entre indígenas. A probabilidade de ter uma casa própria aumenta com a idade, atingindo 84,4% entre os acima de 70 anos.
Esse aumento no número de locatários é influenciado por fatores como a dificuldade de acesso à compra de imóveis, variações nas taxas de juros e a deterioração econômica do país, pelo governo está tudo lindo mas na prática estamos a beira do precipício.
# Inadimplência e Endividamento no Brasil.
Uma pesquisa da CNDL e SPC Brasil revelou que, em novembro, 41,51% da população brasileira estava com dívidas em atraso, totalizando aproximadamente 68,62 milhões de consumidores negativados.
As mulheres representam 51,16% dos endividados, com a faixa etária de 30 a 39 anos sendo a mais afetada (23,6%). A dívida média é de R$ 4.510,82, com 2,11 credores. A região Centro-Oeste teve o maior crescimento na inadimplência (6,59%).
Esse cenário reflete a crescente pressão econômica, que vem afetando a capacidade das pessoas de cumprir suas obrigações financeiras em meio a um ambiente de instabilidade e incertezas econômicas.
# JBS Considera Redução de Produção de Carne.
***A JBS, maior produtora de carne do mundo, está avaliando a possibilidade de diminuir a produção em até 11 plantas no Brasil devido ao aumento recorde nos preços do gado. ***
A empresa pode colocar funcionários em licença e reduzir as compras de gado para enfrentar a pressão nos lucros, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada. O aumento dos preços é atribuído a uma seca severa que afetou as pastagens e a oferta de animais para abate. Frigoríficos menores também estão reduzindo a produção temporariamente em resposta à situação.
# Principais Notícias do Dia 12/12/24:

🛑 A Justiça Eleitoral de Goiás condenou o governador do estado Ronaldo Caiado por abuso de poder político durante as eleições municipais deste ano.
Além de Caiado, a Justiça ainda cassou o registro do prefeito eleito de Goiânia, Sandro Mabel, e da sua vice, Claudia Lira, que tinham o apoio de Caiado. Os três ficam inelegíveis durante oito anos…
⛔ O Banco Central elevou a taxa Selic para 12,25% ao ano, superando as expectativas do mercado, que esperava um aumento menor. Essa decisão ocorreu na última reunião do Copom sob a presidência de Campos Neto.
🛑 O presidente Lula passará por um novo procedimento cirúrgico para bloquear o fluxo sanguíneo no cérebro, visando minimizar riscos de novos sangramentos.
📌Na Câmara, foi aprovada a regularização de armas ilegais como parte de um pacote de segurança pública. Além disso, um projeto que criminaliza a violação e troca de bagagens para tráfico de drogas também foi aprovado.
⛔O governo enfrenta desafios financeiros, necessitando pagar R$ 1 bilhão por dia para quitar emendas com o Congresso, o que levanta ceticismo entre os parlamentares sobre a execução da agenda do Executivo.
# Aumento da Selic pelo Banco Central.
Em 11 de dezembro de 2024, houve um aumento significativo da taxa Selic, que agora é de 12,25% ao ano, após uma decisão do Copom sob a liderança de Campos Neto. Essa alta de 1 ponto percentual visa conter a inflação, mas também resulta na encarecimento de financiamentos, como os de carro e empréstimos pessoais.
# Dólar fecha última sessão a R$ 6,07 e nova alta histórica.

***Valorização foi verificada globalmente, em meio a apresentação dos dados da confiança do consumidor, nos Estados Unidos***
O dólar americano fechou a última sessão cotado a R$ 6,07. Com o resultado, provocado por uma alta de 1%, a moeda americana renova a elevação histórica.
Essa valorização foi verificada globalmente, em meio a apresentação dos dados da confiança do consumidor nos Estados Unidos.
O cenário interno também teve uma cota de contribuição para a subida do valor do dólar frente ao real, diante das incertezas acerca da aprovação, pelo Congresso, dos projetos de corte de gastos do governo.
Já o euro terminou o último pregão cotado a R$ 6,41
Os dados são da Companhia Morningstar.
🔴 ATENÇÃO - ALERTA | Formação de ciclone bomba vai acompanhar onda de temporais. Ciclone atipicamente intenso e incomum em novembro atuará LONGE do continente. Risco são tempestades fortes na sua formação. ‼️Leia boletim muito detalhado e ilustrado
https://metsul.com/formacao-de-ciclone-bomba-vai-acompanhar-onda-de-tempo-severo/