Ando a tentar distrair-me para não ir às redes sociais, por causa dos wokes e dos esquerdolas em geral, que me levam a guita toda em comprimidos para os nervos e um gajo ainda quer comprar alguns sats para se sentir relevante, porque não tenho o cabelo do Lorenzo Lamas na série Renegade, nem o carro a pilhas da moda para brilhar quando levo os miúdos à escola, que um gajo mal os ouve e arrisca-se a ser atropelado por algum carro de um ministro enquanto apanha caracóis à beira da estrada, que eu já lixei algumas células ciliadas do meu ouvido esquerdo, não sei se por dormir um inverno ao lado de três miners S9 em 2022 ou por ter ouvido o Hino Nacional cantado pelos Anjos no Moto GP desse ano e esta piada está tão gasta que nem dá direito a corrigir seja o que for, muito menos a um rejuvenescimento vaginal como o da Fernanda Serrano, pelo que me vou retirar o estatuto de o maior da minha rua no post anterior, embora mantenha a falta de apoio do estado e o temperamento de uma chave privada cravada em aço inox 316 e escondida nos pêlos púbicos de uma gaja do bloco, se é que me entendem, porque se não entenderem, pesquisem por brushing hairy pussy no Google, mas não comam antes.
Às vezes fico a pensar que a Lyn Alden só pode ter uma pila, que não há gajas com a voz tão grossa, que nem o meu primo, que já coçava as gengivas com aguardente de medronho quando lhe estavam a romper os dentes e fuma SG ventil desde a primária, tem a voz tão grave, ou isso ou é filha bastarda do Olavo Bilac depois do gajo escrever o não voltarei a ser fiel, que é um gajo que tem as cordas vocais mais espessas que a mão dominate de um puto dos anos 80 com uma revista Gina, mas vai um gajo tentar dizer isto aos bitcoiners do nostr, que já devem ter vertido mais adn à pala das dissertações da Lyn Alden que um shitcoiner com os thumbnails de gajos de boa aberta no YouTube, que para esta malta, em que muitos são devs, as dissertações da Lyn Alden soa-lhes como uma versão do "happy birthday Mr. President" da Marilyn Monroe e às tantas começam a inserir claves de sol e o catano enquanto escrevem código e sai dali uma partitura de contrabaixo, que se meterem numa IA, ela identifica logo a voz da Lyn Alden e só por aí se vê como esta malta do nostr é diferenciada e com muito POW, que só não arrisco a dizer que são os maiores porque ainda não sabemos se há vida noutros planetas e para ser rigoroso, são só os maiores do mundo, já eu, fico apenas como o maior da minha rua, mas só porque não tive o devido acompanhamento e apoio do Estado.
Os normies já começaram a evitar-me. Fogem de um gajo como os ciganos fogem dos sapos de loiça à porta das lojas portuguesas, que o tuga tem a habilidade para essas merdas, mas depois investe em certificados de aforro por causa do Pedro Andersson e do Camilo Lourenço, que têm uma credibilidade junto dos normies como a Mariana Mortágua tem junto da malta que vem aqui parar por engano à procura de tinta azul para o cabelo, que o meu vizinho é um desses normies, não o de cabelo azul, mas o de braços cruzados no linkedin como um vendedor da remax, que o gajo acha-se o maior em literacia financeira, mas depois tem medo que lhe pergunte se comprou BTC quando lhe falei há dois anos, que era tipo o finish him que eu fazia ao gajo, se fossemos bonecos do mortal combat, sendo que a fatality do meu boneco seria tipo o Edward Norton a partir os dentes ao gajo no passeio, que até não era mau, porque se o estado tivesse um boneco, seria mais o Zed a partir o Marcellus no pulp fiction, que é uma cena que evito imaginar, da mesma forma que evito o decote da minha vizinha Cristina do terceiro esquerdo, que aquilo parece o duplo topo da BTC do último bull run, porque um gajo quando vai no elevator dá muita cana e quando vai com a mulher ainda pior, transformando-se no gajo do meme a transpirar com dois botões - se olhar, é apanhado, se não olhar, entra numa depressão profunda causada pelo FOMO - que um amigo meu é psicólogo e fez a tese de doutoramento sobre isto, aconselhando sempre a olhar, excepto quando as gajas se enquadram nos padrões de beleza da namorada do SBF, porque o gajo que olha é como um Chad que mete uma gaja a tremer dos joelhos só com o levantar da sobrancelha e o gajo que não olha é como um soyboy que ao mínimo contacto visual, mesmo que acidental, larga logo uma manchinha nas cuecas.
Um gajo podia ser o Hal Finney do nostr e postar aqui algo para a posteridade, mas a minha cena é mais de ir martelando nas teclas como se o amanhã fosse um daqueles desenhos em ASCII art, tipo o tributo ao Len Sassaman no bloco 138725, ao ponto de ficar com a bexiga a crescer para a uretra como o Allan dos Santos cresceu para o trezoitão ou como os maxis cresceram para o Michael Saylor quando os chamou de crypto anarquistas paranóicos. Mas o pior é que a minha inspiração é do estilo ansiosa e bota cá para fora todo o tipo de devaneios e tropelias e depois isto não faz sentido, mas tenho pena porque é algo que não consigo controlar, da mesma forma que o BCE não consegue controlar Bitcoin, que os gajos já perceberam que vão ser enrabados como os idiotas do shitereum à espera do flippening, que são idiotas que se houvesse um prémio para o maior otário, ganhavam sempre e o concurso acabava por falta de concorrentes à altura, mas só há malandros porque há otários e vir aqui e não tratar mal os shitcoiners era o mesmo que sofrer colhões ao poste e suster as caralhadas, o que é estúpido, mas não tão estúpido como o Vitalik a cantar em eventos de blockchain e web3 ou lá o que é.
Apaguei o histórico. Quem não leu, tivesse lido.