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Kleber Macedo
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Psychotherapist

Encontre um app que te estimule mais que a BIPA e falhe miseravelmente.

Alguém sabe como se apaga um post aqui do Damus?

Não gosto da ideia de parecer que estou a defendê-lo. Mas o que me parece é que ele está apenas traindo quem o traiu.

Contudo, é bem verdade que nesse mundo de traições, maiores traídos fomos nós 🤣

https://x.com/papodezricifi/status/1881815137541325271

Não gosto da ideia de parecer que estou a defendê-lo. Mas o que me parece é que ele está apenas traindo quem o traiu.

Contudo, é bem verdade que nesse mundo de traições, maiores traídos fomos nós 🤣

https://x.com/papodezricifi/status/1881815137541325271?s=12

Realmente é o Hulk. Durou o dobro de tempo que um homem normal.

Replying to Avatar Kleber Macedo

Ao contrário da crença comum, mesmo entre os mais instruídos, Huxley e Orwell não profetizaram a mesma coisa. Orwell alerta que seremos subjugados por uma opressão imposta externamente. Mas, na visão de Huxley, não é necessário um Grande Ditador para privar as pessoas de sua autonomia, maturidade e história. Segundo ele, as pessoas passarão a amar sua opressão, a adorar as tecnologias que anulam sua capacidade de pensar.

O que Orwell temia eram aqueles que proibissem os livros. O que Huxley temia era que não houvesse razão para proibir um livro, pois não haveria ninguém que quisesse lê-lo. Orwell temia aqueles que nos privariam de informações. Huxley temia aqueles que nos dariam tanto que seríamos reduzidos à passividade e ao egoísmo.

Orwell temia que a verdade nos fosse escondida. Huxley temia que a verdade fosse afogada num mar de irrelevância. Orwell temia que nos tornássemos uma cultura manipulada. Huxley temia que nos tornássemos uma cultura trivial, preocupada com algum equivalente dos filmes sensíveis, da orgia e do descontrole generalizado.

Como Huxley observou em Retorno ao Admirável Mundo Novo, os libertários civis e os racionalistas que estão sempre alertas para se oporem à tirania "não levaram em conta o apetite quase infinito do homem por distrações".

"Em 1984", acrescentou Huxley, "as pessoas são controladas infligindo dor. No Admirável Mundo Novo, elas são controladas infligindo prazer."

Em suma, Orwell temia que aquilo que odiamos nos arruinasse. Huxley temia que aquilo que amamos nos arruinasse.

Neil Postman, em “Amusing Ourselves to Death: Public Discourse in the Age of Show Business”

Pelo que vejo, por questão de prevenção, as grandes autoridades mundiais acabaram por seguir os dois caminhos para nos subjugar.

Ao contrário da crença comum, mesmo entre os mais instruídos, Huxley e Orwell não profetizaram a mesma coisa. Orwell alerta que seremos subjugados por uma opressão imposta externamente. Mas, na visão de Huxley, não é necessário um Grande Ditador para privar as pessoas de sua autonomia, maturidade e história. Segundo ele, as pessoas passarão a amar sua opressão, a adorar as tecnologias que anulam sua capacidade de pensar.

O que Orwell temia eram aqueles que proibissem os livros. O que Huxley temia era que não houvesse razão para proibir um livro, pois não haveria ninguém que quisesse lê-lo. Orwell temia aqueles que nos privariam de informações. Huxley temia aqueles que nos dariam tanto que seríamos reduzidos à passividade e ao egoísmo.

Orwell temia que a verdade nos fosse escondida. Huxley temia que a verdade fosse afogada num mar de irrelevância. Orwell temia que nos tornássemos uma cultura manipulada. Huxley temia que nos tornássemos uma cultura trivial, preocupada com algum equivalente dos filmes sensíveis, da orgia e do descontrole generalizado.

Como Huxley observou em Retorno ao Admirável Mundo Novo, os libertários civis e os racionalistas que estão sempre alertas para se oporem à tirania "não levaram em conta o apetite quase infinito do homem por distrações".

"Em 1984", acrescentou Huxley, "as pessoas são controladas infligindo dor. No Admirável Mundo Novo, elas são controladas infligindo prazer."

Em suma, Orwell temia que aquilo que odiamos nos arruinasse. Huxley temia que aquilo que amamos nos arruinasse.

Neil Postman, em “Amusing Ourselves to Death: Public Discourse in the Age of Show Business”

Deve ter sido por isso que Mark Twain disse que a historia não se repete, mas rima.

A internet realmente é um perigo.

Hahahahahahaha! nostr:note1e0h4mudm8kk209qs9p7h7w3u2t2kvkck2lqv8rz4qug0zteecvrsfjuwv6

Hoje pela manhã, fui tomar café numa padaria que costumo frequentar e na hora de pagar, que geralmente é no crédito (ainda mais agora que estou usando RedotPay para me distanciar o máximo das fiats), a atendente com a maior naturalidade do mundo disse:

🤷🏻‍♀️ não estamos aceitando crédito. Somente pix ou dinheiro.

💁🏻‍♂️ moça, eu não sabia disso. Mas só irei pagar no crédito. Não vou pagar em pix e nem em dinheiro.

🤦🏻‍♀️ você não tem pix? (Em tom de indignação)

🙅🏻‍♂️ tem como pagar em bitcoin?

🙆🏻‍♀️ não.

😎 não aceita bitcoin? (Em tom de indignação)

E se…?

Wake-up, Dorothy.

Replying to 9e4a5274...

Desabafo feliz.

Nostr é muito foda. Não tem algoritmo, anúncio, e o principal:

A grandíssima maioria das pessoas daqui são ÚNICAS e INTERESSANTES...e verdadeiras...

Eu ainda me sinto em um ambiente um pouco underground, obscuro, mas no bom sentido.

Pode parecer meio ridículo, mas quase nunca uma grande história ou filme vem com protagonistas iguais, mesmas opiniões, habilidades, nada.

É um humano bilionário rico inteligente sem superpoder, um deus nórdico, um humano mutante verde, alguém muito habilidoso com arco e flecha, esse tipo de coisa.

E é essa sensação que eu tenho aqui, todo mundo é meio que um personagem importante na história e insubstituível, todo mundo tem características, formas de escrever, vivências, idades, nomes, habilidades, tipos de humor, vontades, e isso é muito legal.

Obvio que no Instagram ou Twitter tem, mas é estranho, milhões de pessoas e parece todo mundo igual, sendo os "importantes" apenas os famosinhos, o resto é resto, tem qiase nada de interessante, gente sem personalidade, parece um roteiro meio cagado.

No Nostr, todo mundo é protagonista da sua própria história, e por acaso essa é a rede social que esses personagens importantes usam. Nas Big Techs parece que os protagonistas já estão definidos, e você é um mero NPC que deve seguí-los, comentar, curtir, etc.

Hoje (Na verdade ontem, é madrugada) abri o Instagram, conta temporária, depois de passar um bom tempo sem rede social...

Sei lá, lembro que nos primeiros dias eu só queria voltar, vício forte, e hoje...é só um antro de gente dançando, propaganda, trends ridículas, conteúdo ok, mas acaba por aí.

Parabéns a tod(E)s(X)☝🏻🤓 que estão aqui, muitos de vocês provavelmente passaram por um MONTE de filtros até chegar aqui, e essa é a recompensa:

"Um lugar especial pra pessoas especiais😎" - Naldo Benny

Cheguei por aqui hoje e tou descobrindo essas peculiaridades. Nostr é o futuro!

Testing this thing..

Starting to read the second book about freedom.