# Estudos comparam desempenho de cotistas e não cotistas no ensino superior
Fonte: Revista Oeste.
Estudos recentes investigam diferença de desempenho entre cotistas e não cotistas no ensino superior
Um dos debates sobre a implementação das cotas na UnB, em 2004 | Foto: Arquivo/UnB.

A Universidade de Brasília (UnB) foi a primeira instituição de ensino superior do Brasil a adotar um sistema de cotas, em 2003, quando 20% das vagas foram reservadas para alunos negros. A novidade da exclusividade de vagas para cotistas virou regra alguns anos depois.
Desde 2012, todas as universidades federais são obrigadas a reservar metade das vagas a alunos pretos, pardos, indígenas, de baixa renda e vindos de escolas públicas. Atualizada em 2023, a lei passou a incluir alunos com deficiência.
Um dos argumentos mais usados para defender o sistema de cotas é que não existem diferenças de desempenho entre cotistas e não cotistas. Entretanto, há dados que contradizem essa afirmação, incluindo estudos recentes.
A maioria dos dados publicados de 2023 a 2024 aponta diferenças de desempenho entre alunos que entraram na faculdade por cotas e os demais. Uma apuração do jornal Gazeta do Povo resumiu cinco estudos recentes sobre o tema. Veja a seguir:
1 — Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Um levantamento publicado em 2023 na revista Educação e Pesquisa, da Universidade de São Paulo (USP), considerou o índice de reprovação de estudantes da UFV, no campus Rio Paranaíba, de 2016 a 2020. O resultado mostra que, em média, os cotistas foram reprovados em 5,37 disciplinas, ante 4,62 dos alunos não cotistas.
A UFV tem quatro modalidades de cotas. Todas elas beneficiam alunos de escolas públicas.
O maior índice de reprovação foi o dos alunos da modalidade um, que abrange estudantes autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, com renda familiar bruta mensal igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita. Nesse grupo, cada aluno teve 5,99 reprovações, em média. O desempenho foi 1,37 abaixo dos estudantes não cotistas.
Na modalidade dois, referente aos não pretos, pardos ou indígenas, mas com renda familiar igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita, a média de reprovações foi de 5,44.
Já na modalidade três, composta de pretos, pardos ou indígenas com renda mensal familiar superior a 1,5 salário mínimo per capita, o índice foi de 5,42.
As universidades federais do Brasil são obrigadas a reservar metade das vagas para ações afirmativas
Universidade Federal de Viçosa | Foto: CCS/UFV
Na modalidade quatro, de alunos que não se autodeclaram pretos, pardos ou indígenas e têm renda mensal familiar superior a 1,5 salário mínimo per capita, houve 4,62 reprovações por estudante, em média. O desempenho fica só 0,2 abaixo dos alunos oriundos do sistema universal.
No Coeficiente de Rendimento Acadêmico (CRA), que leva em conta as notas dos estudantes em cada disciplina, os cotistas da UFV tiveram desempenho ligeiramente inferior aos egressos do sistema universal (52,3 contra 53,7). Mas a média dos cotistas é puxada para cima pelos alunos do grupo quatro, que tiveram um CRA de 54,3. Os índices dos cotistas dos grupos 1, 2 e 3 foram mais baixos: 51,9, 51,2 e 51,7, respectivamente.
2 — Universidade Federal de Goiás (UFG)
Parte de uma dissertação de mestrado em administração pública, esse levantamento analisou o desempenho de mais de 11 mil alunos da UFG. O estudo conclui que a Média Global do Estudante, avaliada de 0 a 10, foi de 7,07 para os cotistas e 7,44 para os não cotistas.
A diferença entre os dois grupos também aumentou com o tempo. Foi de 0,16 ponto em 2016 para 0,28 em 2019 e 0,49 em 2022.
O estudo mostra que, dentro de cada categoria racial, a diferença entre cotistas e não cotistas persiste. Entre os brancos, os cotistas tiveram um CRA de 7,28, contra 7,52 dos não cotistas. Entre pretos, pardos e indígenas, os cotistas ficaram com 6,98, enquanto os não cotistas tiveram média de 7,31.
Especificamente no curso de nutrição da UFG, um estudo avaliou a trajetória de 1,05 mil estudantes de 2009 a 2021. De forma agregada, os alunos de cotas apresentaram média de 7,6, ante 7,76 dos não cotistas.
Em todos os 18 períodos acadêmicos, os alunos que ingressaram por meio de ações afirmativas tiveram uma nota média inferior à dos alunos oriundos do sistema universal.
“Os resultados apontaram que os estudantes de ações afirmativas apresentaram desempenho inferior aos de ampla concorrência, necessitam de mais tempo para a graduação e possuem maior número de reprovações”, diz a autora do estudo, Roseane Maria Vogado Rodrigues. O artigo foi publicado na revista Contribuciones a Las Ciencias Sociales.
Levantamento analisou o desempenho de mais de 11 mil alunos da UFG
Campus Samambaia da UFG | Foto: Divulgação/UFG
3 — Universidade Estadual Paulista (Unesp) Botucatu
Um estudo publicado em 2024 na Revista Brasileira de Educação Médica colocou em perspectiva o desempenho dos alunos do curso de medicina da Unesp de Botucatu. O artigo mostra que o coeficiente de rendimento médio dos alunos que ingressaram pelo sistema universal foi de 8,45 pontos. Já entre os alunos cotistas, o índice foi de 8,31.
Dentro dos grupos que entraram na faculdade por cotas, os alunos vindos de escolas públicas tiveram desempenho igual ao de alunos do sistema de ingresso universal: 8,37 pontos. Já a nota dos alunos que ingressaram por cotas raciais foi menor, de 8,1 pontos.
Estudo publicado em 2024 na Revista Brasileira de Educação Médica colocou em perspectiva o desempenho dos alunos do curso de Medicina da UNESP de Botucatu
Unesp Botucatu | Foto: Raphael Henrique Figueira/Wikimedia Commons
4 — Medicina na UnB
Em cursos muito concorridos, a diferença tende a não ser tão elevada — ou mesmo a desaparecer, já que os alunos que entraram por cotas também obtiveram notas altas no vestibular. Uma pesquisa feita entre alunos de medicina da UnB concluiu que algumas modalidades de cotas têm até mesmo um desempenho maior do que os alunos que ingressaram pelo sistema universal.
Ainda assim, os alunos que vieram de escolas públicas e que são são de baixa renda e se identificam como pretos, pardos ou indígenas apresentaram um Índice de Rendimento Acadêmico (IRA) ligeiramente menor que os estudantes que ingressaram pelo sistema universal: 4,11 ante 4,17. No curso de medicina da UnB, a maior discrepância é entre os indígenas, com IRA de 3,38, e os demais estudantes. O estudo foi publicado na revista Educação, Raça, Gênero e Diversidade Sexual.
5 — Notas no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade)
O debate sobre a eficácia do sistema de cotas e a diferença de desempenho entre cotistas e não cotistas é antigo. Nas pesquisas citadas acima, os próprios autores minimizam a diferença encontrada.
Em 2014, uma dissertação de mestrado em economia na Fundação Getulio Vargas analisou as notas do Enade de 2008 e 2011. O estudo não analisou as notas individuais, mas comparou cursos que tinham sistema de cotas com os que não tinham. Na média, os cursos com ações afirmativas tiveram nota 4,6% mais baixa do que os com seleção de alunos apenas por mérito.
A autora da dissertação, Talita de Moraes Gonçalves Silva, concluiu que “os alunos que ingressaram nas instituições de ensino superior (IES) por ações afirmativas (AA) apresentam, em média, desempenho menor que os alunos que não são beneficiados”.
Em 2024, o Congresso Nacional também renovou por mais dez anos a lei que criou cotas raciais nos concursos públicos, além de aumentar de 20% para 30% o número de vagas reservadas a negros, pardos e, agora, indígenas e quilombolas. Na Câmara, a proposta teve 241 votos a favor e 94 contrários.
No mesmo ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que as universidades não podem usar a raça como um critério de admissão dos alunos.
# Bitcoin Vs Internet.
# Curva de adoção.

Não é fácil calcular o número de detentores de Bitcoin.
Medir o número de carteiras existentes não basta, pois cada usuário pode ter mais de uma carteira privada, enquanto muitos outros deixam todos os seus bitcoins na conta da corretora.
Porém, algumas estimativas indicam que a adoção atual do Bitcoin seria equivalente à da internet do início dos anos 2000.
Mas, enquanto a revolução da internet enriqueceu principalmente aqueles que desenvolveram produtos e tecnologias, como os fundadores de empresas como Apple, Alphabet, Microsoft, Meta e Amazon, o Bitcoin é muito mais democrático. Qualquer pessoa pode, com alguns poucos cliques, começar a acumular os seus primeiros satoshis.
“Bruno, o Bitcoin já atingiu US$ 100 mil. Não está tarde para comprar?”.
Supondo que o Bitcoin mantenha uma curva de adoção semelhante à da internet, não.
Como o próprio gráfico mostra, nós estaríamos apenas nos primeiros estágios desta revolução.
Por isso, eu sugiro que comece a estudar o assunto de verdade. Caso contrário, pode perder a chance de fazer parte dessa história.
Se você deseja aprender mais sobre o Bitcoin e o universo das criptomoedas, tenho um convite para fazer
Imagem sem filtro, mas vão dizer que é fake. 
Receba a picanha com amor. 
Já pode fazer a estampa da camisa https://video.nostr.build/75ea79785cda5987bc18aea8013f2bb0087cfc832d9f932cc1e0bab0890f7035.mp4
Quantos bostileiros juntos!
Vc lembra do irc oi mirc?
A paz do Natal fez milagres hoje.
Feliz Natal a todos. https://video.nostr.build/3ef91102087d1df2b163209b7c0a7781098d85e3b1127fd9516547829b9f3d2b.mp4
These fitness influencers are really dedicated to their craft 🥵 https://video.nostr.build/1fc0d0e4422d3202bc06e4d5bdcc7e7297cb8067ab077a6ef14045e7d1d4f344.mp4
Fell sweet smell
A Europa em sua rota de suicídio.
O pior aí é o aditivo de sabor de defumação, pois é cancerígeno.
## A maior rede do Mundo.

A rede do Bitcoin alcançou um feito impressionante em sua capacidade de processamento: 7,88 Exaflops por segundo, posicionando a moeda digital como a maior fonte de poder computacional do planeta, superando em mais de 3.000 vezes o poder combinado dos 300 supercomputadores mais rápidos do mundo, que somam, juntos, menos de 2,5 Exaflops/s.
O cálculo desse desempenho, publicado por um usuário no Reddit, é baseado na taxa de hash da rede do Bitcoin, que atualmente opera em 788,16 EH/s (exahashes por segundo).
Cada hash do algoritmo SHA-256, usado pelos mineradores de Bitcoin para garantir a segurança da rede, equivale a aproximadamente 10 operações de ponto flutuante.
Ao converter essa capacidade de hashing para o equivalente em petaflops, obtém-se um total de 7.881.600 Petaflops/s, ou 7,88 Exaflops/s.
Bitcoin supera supercomputadores
Os supercomputadores, que tradicionalmente lideram em tarefas de processamento intensivo para avanços científicos e industriais, não chegam nem perto da força agregada da rede Bitcoin.
Além disso, a natureza descentralizada da rede, com mineradores espalhados pelo mundo, reforça sua segurança e resiliência, fatores essenciais para um sistema que movimenta bilhões de dólares diariamente.
Sendo assim, a força computacional da rede do Bitcoin é considerada a mais segura do mundo. Essa segurança se deve à sua imensa descentralização e à quantidade colossal de poder de processamento necessária para proteger cada bloco de transações.
Para hackear a rede do Bitcoin, um invasor precisaria controlar mais de 51% de todo o poder computacional. No caso do Bitcoin, isso equivaleria a reunir recursos superiores a 394 EH/s, o que é inviável tanto em termos de custo quanto de energia necessária.
Essa barreira de entrada extrema, somada à natureza globalmente distribuída da rede, garante que o Bitcoin seja resistente a fraudes, manipulações e ataques cibernéticos. Por isso, é amplamente reconhecido como o sistema mais seguro para transações financeiras digitais no mundo atual.
Bitcoin tem a rede mais segura do mundo
A rede do Bitcoin apresenta uma resiliência inigualável em comparação com sistemas financeiros tradicionais, como bancos centrais e redes de pagamento globais, como o SWIFT e a Visa.
Essas infraestruturas centralizadas dependem de servidores específicos e pontos críticos de controle que, caso sejam comprometidos, podem paralisar operações inteiras.
Apesar dessas preocupações, especialistas apontam que a tecnologia quântica ainda está longe de atingir esse nível de capacidade. Além disso, o protocolo Bitcoin tem a flexibilidade necessária para ser atualizado com novas formas de criptografia resistentes a ataques quânticos, como algoritmos pós-quânticos.
Isso garante que, mesmo em cenários futuros, a rede possa continuar protegida contra ameaças tecnológicas emergentes.
A robustez do Bitcoin também é demonstrada pela resistência a tentativas de ataques, incluindo os chamados ataques de 51%. Esses ataques ocorrem quando um indivíduo ou grupo controla mais da metade da taxa de hash da rede, permitindo manipular transações ou reverter blocos.
No entanto, devido à escala gigantesca do poder computacional do Bitcoin, realizar um ataque dessa magnitude é economicamente inviável.
Em redes menores de criptomoedas, ataques de 51% já ocorreram, como no caso do Ethereum em 2019. No entanto, na rede Bitcoin, nenhuma tentativa desse tipo teve sucesso.
A descentralização massiva da mineração e a contínua inovação no setor de hardware dificultam ainda mais tais ataques, garantindo que a rede continue sendo a mais segura e confiável para transações financeiras globais.
## Cotação do Bitcoin (BTC) desaba e resgates em ETFs nos EUA batem recorde
##Nesta sexta-feira (20), o preço da principal criptomoeda do mundo caiu para US$ 93.055, após atingir a máxima de US$ 108 mil.
O mercado de criptomoedas enfrenta mais um capítulo turbulento com o Bitcoin (BTC) registrando uma expressiva queda de quase 14% desde seu recorde histórico alcançado no início desta semana.
Na manhã desta sexta-feira (20), o preço da principal criptomoeda do mundo caiu para US$ 93.055, após atingir a máxima de US$ 108 mil, sinalizando uma perda significativa de apetite especulativo.
O movimento foi amplificado por uma saída líquida recorde de US$ 680 milhões em ETFs que investem diretamente em Bitcoin nos Estados Unidos.
Segundo dados da Bloomberg, essa foi a maior retirada diária registrada na história, encerrando um período de 15 dias consecutivos de entradas positivas.
O peso do Fed
O comportamento mais rigoroso do Federal Reserve (Fed), com uma postura inclinada a manter os juros elevados por mais tempo, influenciou negativamente os ativos de risco, incluindo o mercado de criptomoedas.
Essa perspectiva reduziu o otimismo em torno de um afrouxamento monetário nos Estados Unidos, levando investidores a reavaliar suas exposições.
Especialistas apontam que a correção é característica de mercados de alta. A QCP Capital destacou o "posicionamento excessivamente otimista" como um dos fatores que contribuíram para o recuo.
Já Chris Weston, do Pepperstone Group, alertou para a perda de força no momentum de compra, recomendando cautela no curto prazo.






