É amigos, se discurso de ódio for criminalizado essa rede social será nosso refúgio.
Conselho: fuja para o paraguai ou o uruguai.
Acho que voltarei a ficar mais ativo nessa rede
A masturbação e a pornografia
Masturbação e pornografia são questões que, embora frequentemente vistas como aspectos pessoais ou de foro íntimo, refletem profundamente na vida ética e espiritual de uma pessoa. Sob uma perspectiva moral orientada para o verdadeiro bem, as ações que buscamos deveriam sempre contribuir para o nosso crescimento integral e a realização plena de nossa natureza humana.
A prática da masturbação, mesmo que realizada uma única vez, e o consumo de pornografia podem ser vistos como desvios dessa finalidade. Em vez de serem atos que enriquecem a pessoa e a direcionam para o amor genuíno e relacional, acabam fixando o indivíduo em uma satisfação isolada, que reduz as relações ao mero prazer sensorial. Esse comportamento não só afeta a visão que se tem de si mesmo, mas também a percepção da dignidade do outro, que é tratado apenas como objeto de desejo, sem valor intrínseco e identidade própria.
A busca por esse prazer de maneira desordenada enfraquece o autocontrole e prejudica o exercício de virtudes fundamentais como a temperança, que nos ajuda a moderar e a direcionar os desejos de forma saudável. Mesmo em uma única ocorrência, a masturbação coloca o indivíduo em um caminho que pode levar à busca por prazeres imediatos em detrimento de um bem maior e mais profundo. Em vez de promover o autodomínio e a liberdade interior, essa prática pode reforçar um ciclo de insatisfação e vício, dificultando o cultivo de relacionamentos baseados no amor verdadeiro.
Além disso, a pornografia gera uma visão distorcida da sexualidade e das relações humanas, reforçando ilusões e expectativas irreais que desvalorizam o significado genuíno do amor. Esse tipo de consumo pode aprisionar o indivíduo em um ciclo de solidão e dependência, pois o vínculo que deveria ser construído com outra pessoa é redirecionado para algo sem reciprocidade, sem troca real, sem crescimento mútuo.
Assim, evitar a masturbação e a pornografia não é uma simples proibição, mas uma escolha que promove o desenvolvimento integral da pessoa, em harmonia consigo mesma e com o próximo, preservando o prazer como uma expressão de algo maior e mais significativo. Viver de acordo com esses princípios é escolher um caminho de realização humana em sua totalidade, onde o amor verdadeiro e o respeito por si e pelo outro têm um valor superior e conduzem a uma felicidade duradoura.
A masturbação e a pornografia
Masturbação e pornografia são questões que, embora frequentemente vistas como aspectos pessoais ou de foro íntimo, refletem profundamente na vida ética e espiritual de uma pessoa. Sob uma perspectiva moral orientada para o verdadeiro bem, as ações que buscamos deveriam sempre contribuir para o nosso crescimento integral e a realização plena de nossa natureza humana.
A prática da masturbação, mesmo que realizada uma única vez, e o consumo de pornografia podem ser vistos como desvios dessa finalidade. Em vez de serem atos que enriquecem a pessoa e a direcionam para o amor genuíno e relacional, acabam fixando o indivíduo em uma satisfação isolada, que reduz as relações ao mero prazer sensorial. Esse comportamento não só afeta a visão que se tem de si mesmo, mas também a percepção da dignidade do outro, que é tratado apenas como objeto de desejo, sem valor intrínseco e identidade própria.
A busca por esse prazer de maneira desordenada enfraquece o autocontrole e prejudica o exercício de virtudes fundamentais como a temperança, que nos ajuda a moderar e a direcionar os desejos de forma saudável. Mesmo em uma única ocorrência, a masturbação coloca o indivíduo em um caminho que pode levar à busca por prazeres imediatos em detrimento de um bem maior e mais profundo. Em vez de promover o autodomínio e a liberdade interior, essa prática pode reforçar um ciclo de insatisfação e vício, dificultando o cultivo de relacionamentos baseados no amor verdadeiro.
Além disso, a pornografia gera uma visão distorcida da sexualidade e das relações humanas, reforçando ilusões e expectativas irreais que desvalorizam o significado genuíno do amor. Esse tipo de consumo pode aprisionar o indivíduo em um ciclo de solidão e dependência, pois o vínculo que deveria ser construído com outra pessoa é redirecionado para algo sem reciprocidade, sem troca real, sem crescimento mútuo.
Assim, evitar a masturbação e a pornografia não é uma simples proibição, mas uma escolha que promove o desenvolvimento integral da pessoa, em harmonia consigo mesma e com o próximo, preservando o prazer como uma expressão de algo maior e mais significativo. Viver de acordo com esses princípios é escolher um caminho de realização humana em sua totalidade, onde o amor verdadeiro e o respeito por si e pelo outro têm um valor superior e conduzem a uma felicidade duradoura.
A masturbação e a pornografia
Masturbação e pornografia são questões que, embora frequentemente vistas como aspectos pessoais ou de foro íntimo, refletem profundamente na vida ética e espiritual de uma pessoa. Sob uma perspectiva moral orientada para o verdadeiro bem, as ações que buscamos deveriam sempre contribuir para o nosso crescimento integral e a realização plena de nossa natureza humana.
A prática da masturbação, mesmo que realizada uma única vez, e o consumo de pornografia podem ser vistos como desvios dessa finalidade. Em vez de serem atos que enriquecem a pessoa e a direcionam para o amor genuíno e relacional, acabam fixando o indivíduo em uma satisfação isolada, que reduz as relações ao mero prazer sensorial. Esse comportamento não só afeta a visão que se tem de si mesmo, mas também a percepção da dignidade do outro, que é tratado apenas como objeto de desejo, sem valor intrínseco e identidade própria.
A busca por esse prazer de maneira desordenada enfraquece o autocontrole e prejudica o exercício de virtudes fundamentais como a temperança, que nos ajuda a moderar e a direcionar os desejos de forma saudável. Mesmo em uma única ocorrência, a masturbação coloca o indivíduo em um caminho que pode levar à busca por prazeres imediatos em detrimento de um bem maior e mais profundo. Em vez de promover o autodomínio e a liberdade interior, essa prática pode reforçar um ciclo de insatisfação e vício, dificultando o cultivo de relacionamentos baseados no amor verdadeiro.
Além disso, a pornografia gera uma visão distorcida da sexualidade e das relações humanas, reforçando ilusões e expectativas irreais que desvalorizam o significado genuíno do amor. Esse tipo de consumo pode aprisionar o indivíduo em um ciclo de solidão e dependência, pois o vínculo que deveria ser construído com outra pessoa é redirecionado para algo sem reciprocidade, sem troca real, sem crescimento mútuo.
Assim, evitar a masturbação e a pornografia não é uma simples proibição, mas uma escolha que promove o desenvolvimento integral da pessoa, em harmonia consigo mesma e com o próximo, preservando o prazer como uma expressão de algo maior e mais significativo. Viver de acordo com esses princípios é escolher um caminho de realização humana em sua totalidade, onde o amor verdadeiro e o respeito por si e pelo outro têm um valor superior e conduzem a uma felicidade duradoura.
Isso não é obrigatório, ficará a critério da administração pública. Mas aos concursados não vão mudar nada, isso só pode ser aplicado daqui pra frente.
Em um lugar que eu trabalhava pediram pra eu levar 3 metros de corrente elétrica
O niilismo é uma filosofia que prega a inexistência de sentido, valor ou propósito na vida. Sob essa perspectiva, tanto a busca por significado quanto a noção de verdade e moralidade objetiva são ilusórias. Porém, para Santo Tomás de Aquino e a tradição tomista, essa visão é profundamente equivocada. O tomismo, que integra fé e razão, enxerga no niilismo uma série de erros que negam verdades essenciais sobre o ser, o conhecimento e a natureza humana.
A primeira falha do niilismo está em sua negação da existência e da ordem do ser. Para Tomás de Aquino, tudo que existe participa, de alguma forma, do ser divino, que é o fundamento de toda a realidade. A existência, por si só, é um bem, e tudo tem um propósito, ainda que nem sempre evidente. Ao negar essa estrutura, o niilismo incorre em uma contradição, pois sua própria afirmação de que “nada tem sentido” depende de uma estrutura racional para ser compreendida, o que demonstra a fragilidade dessa visão.
Outro erro do niilismo se encontra no campo moral. Para a filosofia tomista, há uma ordem objetiva do bem e do mal, ancorada na lei natural, inscrita na razão humana e refletindo a sabedoria divina. O niilismo, ao negar qualquer valor moral absoluto, abre as portas para o relativismo ético, onde tudo é permitido e nada tem importância intrínseca. Isso leva à desordem e à perda da coesão social, pois, sem critérios claros de certo e errado, a convivência justa se torna impossível. O homem, na visão tomista, foi feito para buscar o bem, e negar essa busca é desviar-se da própria essência da humanidade.
Além de rejeitar o valor do ser e a moral objetiva, o niilismo também se opõe à verdade. Para Tomás, o intelecto humano é naturalmente orientado para a verdade, e a razão é capaz de alcançar o conhecimento, seja por meio da filosofia, seja pela revelação divina. O niilismo, por outro lado, afirma que a verdade é inacessível ou inexistente, o que conduz à apatia e ao ceticismo absoluto. Essa postura é incompatível com a natureza humana, que encontra propósito na descoberta e na contemplação da verdade.
Por fim, o niilismo gera uma profunda crise existencial. Ao negar qualquer finalidade transcendente, ele priva o homem da esperança em algo maior do que a vida terrena. Para o tomismo, a existência humana só encontra sua plenitude na união com Deus, que é a fonte de todo bem e perfeição. A falta dessa perspectiva leva ao vazio e ao desespero, já que o sofrimento e as limitações da vida perdem qualquer sentido. Sem um horizonte transcendental, o ser humano se vê à deriva, sem propósito e sem direção.
Em contraste com o niilismo, a filosofia tomista oferece uma visão positiva e integrada da vida. Para Santo Tomás, a existência tem significado, o bem e a verdade são acessíveis, e a vida humana encontra sua razão de ser na busca por Deus e pelo bem maior. Negar essa ordem é negar a própria essência da realidade e da condição humana. Assim, aos olhos do tomismo, o niilismo não é apenas um erro filosófico, mas uma ameaça à dignidade e ao sentido da vida. 
Como devemos agir diantes das ofensas?
As ofensas devem ser enfrentadas com equilíbrio entre a justiça e a caridade, mantendo o domínio da razão sobre as paixões. Não é próprio de um coração virtuoso reagir impulsivamente às provocações, pois nossas ações precisam ser governadas pela razão. A paciência, nesse contexto, surge como uma virtude essencial. Ao suportar as ofensas com serenidade, mostramos força interior, e não fraqueza. O impulso de retaliar é natural, mas ceder a ele é ceder ao descontrole das paixões, algo que afasta a alma da paz e da verdadeira virtude.
Entretanto, a caridade, o amor ao próximo, mesmo quando esse próximo é um inimigo, é central nessa visão. Amar quem nos ofende não significa concordar com suas atitudes ou ser conivente com a injustiça, mas desejar sinceramente o bem daquela pessoa. Perdoar não é apenas um ato de bondade para com o outro, mas também uma libertação para nós mesmos, pois o rancor aprisiona a alma e a afasta da paz interior.
Mas a correção tem seu lugar. Nem toda ofensa deve ser ignorada. Há momentos em que a justiça exige que o mal seja repreendido, especialmente quando ele ameaça o bem comum. No entanto, a correção deve ser feita com prudência e por amor ao ofensor, nunca como uma vingança pessoal. O objetivo é sempre promover a melhoria do outro, e não satisfazer nossa própria ira. Por isso, é essencial discernir com sabedoria quando falar e como agir, pois uma correção mal feita pode piorar o erro em vez de saná-lo.
Assim, devemos encontrar um caminho de equilíbrio: nem reagir com impulsividade, nem tolerar o mal de forma apática. Devemos ser justos, mas sem perder de vista a caridade, que é o vínculo perfeito entre todas as virtudes. Em última análise, cada ofensa que recebemos pode se tornar uma oportunidade para crescer em virtude, desde que saibamos responder com paciência, prudência e amor.
O Estado é legítimo?
Eu darei uma opinião polémica nessa rede social, mas sim, o Estado é legítimo.
O Estado é uma instituição natural e necessária para a organização da sociedade, orientada para o bem comum. Ele parte da premissa aristotélica de que o ser humano é um animal político e social, ou seja, precisa da convivência em comunidade para alcançar a plenitude. Assim, o Estado surge como um meio de garantir a ordem, justiça e bem-estar para todos os cidadãos.
A autoridade política deriva da ordem natural das coisas e, em última instância, de Deus. Não é, portanto, uma criação arbitrária, mas algo necessário para evitar o caos e o conflito entre os interesses particulares. A função do Estado é direcionar a sociedade para o bem comum, promovendo justiça, paz e harmonia entre seus membros.
Em suma, o Estado é legítimo quando cumpre sua função de promover o bem comum e garantir uma ordem justa, respeitando as leis naturais e a moralidade.
Quanto a sua legitimidade:
A legitimidade do Estado, depende de sua conformidade com a lei natural e com a finalidade de servir ao bem comum. Quando as leis e a autoridade pública estão orientadas para o benefício da coletividade, a obediência às instituições é considerada moralmente obrigatória. O governante é uma autoridade, que exerce uma função em prol do todo.
Por outro lado, a autoridade que age de forma injusta ou que impõe leis contrárias à moralidade perde sua legitimidade. Leis injustas não têm força de lei no sentido pleno e, nesse caso, o cidadão tem obrigação moral de não obedecê-las.
Quanto a sonegação, a parte que eu mais gosto:
Os impostos são justos desde que atendam ao princípio do bem comum. Ou seja, as tributações impostas pelo governo devem ser utilizadas para beneficiar a coletividade, através de serviços públicos que favoreçam a sociedade, a segurança e o desenvolvimento. Os impostos não devem servir para enriquecimento pessoal dos governantes ou para oprimir os cidadãos.
No entanto, no Bostil, a carga tributária é imposta de forma injusta e abusiva, não visando o bem comum, assim havendo margem para a recusa moral da obediência. A sonegação de impostos, porém, não é justificada em situações normais, uma vez que, no geral, o cidadão deve contribuir para a manutenção da ordem e da justiça pública. Apenas em casos em que o governo age de forma corrupta ou claramente tirânica, há uma abertura para questionar a obrigação moral de pagar impostos. Mas lembrando que a sonegação deve ser para evitar as injustiças e barbáries causadas pelo estado, o dinheiro sonegado não deve ficar inteiramente com você, mas deve ser destinado a obras visando o bem comum.
Resumo da ópera:
O Estado é legítimo quando orientado para o bem comum e quando governa em conformidade com a lei natural. Os impostos são uma obrigação moral do cidadão desde que tenham como fim o benefício da coletividade. A sonegação de impostos só pode ser vista como uma resposta legítima em situações excepcionais de tirania ou abuso, pois, em condições normais, é necessário contribuir para a estabilidade e prosperidade da sociedade.
O Estado é legítimo?
Eu darei uma opinião polémica nessa rede social, mas sim, o Estado é legítimo.
O Estado é uma instituição natural e necessária para a organização da sociedade, orientada para o bem comum. Ele parte da premissa aristotélica de que o ser humano é um animal político e social, ou seja, precisa da convivência em comunidade para alcançar a plenitude. Assim, o Estado surge como um meio de garantir a ordem, justiça e bem-estar para todos os cidadãos.
A autoridade política deriva da ordem natural das coisas e, em última instância, de Deus. Não é, portanto, uma criação arbitrária, mas algo necessário para evitar o caos e o conflito entre os interesses particulares. A função do Estado é direcionar a sociedade para o bem comum, promovendo justiça, paz e harmonia entre seus membros.
Em suma, o Estado é legítimo quando cumpre sua função de promover o bem comum e garantir uma ordem justa, respeitando as leis naturais e a moralidade.
Quanto a sua legitimidade:
A legitimidade do Estado, depende de sua conformidade com a lei natural e com a finalidade de servir ao bem comum. Quando as leis e a autoridade pública estão orientadas para o benefício da coletividade, a obediência às instituições é considerada moralmente obrigatória. O governante é uma autoridade, que exerce uma função em prol do todo.
Por outro lado, a autoridade que age de forma injusta ou que impõe leis contrárias à moralidade perde sua legitimidade. Leis injustas não têm força de lei no sentido pleno e, nesse caso, o cidadão tem obrigação moral de não obedecê-las.
Quanto a sonegação, a parte que eu mais gosto:
Os impostos são justos desde que atendam ao princípio do bem comum. Ou seja, as tributações impostas pelo governo devem ser utilizadas para beneficiar a coletividade, através de serviços públicos que favoreçam a sociedade, a segurança e o desenvolvimento. Os impostos não devem servir para enriquecimento pessoal dos governantes ou para oprimir os cidadãos.
No entanto, no Bostil, a carga tributária é imposta de forma injusta e abusiva, não visando o bem comum, assim havendo margem para a recusa moral da obediência. A sonegação de impostos, porém, não é justificada em situações normais, uma vez que, no geral, o cidadão deve contribuir para a manutenção da ordem e da justiça pública. Apenas em casos em que o governo age de forma corrupta ou claramente tirânica, há uma abertura para questionar a obrigação moral de pagar impostos. Mas lembrando que a sonegação deve ser para evitar as injustiças e barbáries causadas pelo estado, o dinheiro sonegado não deve ficar inteiramente com você, mas deve ser destinado a obras visando o bem comum.
Resumo da ópera:
O Estado é legítimo quando orientado para o bem comum e quando governa em conformidade com a lei natural. Os impostos são uma obrigação moral do cidadão desde que tenham como fim o benefício da coletividade. A sonegação de impostos só pode ser vista como uma resposta legítima em situações excepcionais de tirania ou abuso, pois, em condições normais, é necessário contribuir para a estabilidade e prosperidade da sociedade.
Sextou, a vivência pelo prazer e o hedonismo
A busca pelo prazer imediato, característica do hedonismo, é vista com preocupação, pois vai contra a natureza racional e virtuosa do ser humano. O termo popular "sextou", utilizado para celebrar a chegada do fim de semana com um espírito de festa e despreocupação, pode ser compreendido como um reflexo dessa busca desordenada pelo prazer. Embora o lazer e o descanso sejam legítimos e até necessários, a valorização excessiva do prazer e a fuga constante das responsabilidades apontam para uma distorção dos verdadeiros objetivos da vida humana.
O ser humano é orientado naturalmente para a felicidade plena, um bem que não é encontrado nos prazeres passageiros, mas na prática das virtudes. O hedonismo, ao contrário, coloca o prazer como o maior objetivo da existência e busca constantemente a satisfação dos desejos imediatos, ignorando a necessidade de crescimento moral e espiritual. Segundo essa visão, a felicidade baseada apenas no prazer é ilusória e leva à autodestruição, pois desvia a pessoa do que verdadeiramente a aperfeiçoa e a realiza como ser racional.
O problema do hedonismo é que ele esvazia o significado da vida, fazendo com que o indivíduo busque constantemente mais prazer sem jamais alcançar a verdadeira satisfação. Quando as pessoas vivem apenas pelo próximo momento de prazer – como no “sextou” celebrado de forma excessiva, elas acabam reféns de um ciclo de busca incessante, que nunca sacia por completo. Isso pode levar à fadiga emocional, dependências (como vícios em álcool ou drogas), e a um vazio existencial, pois o prazer sozinho não é capaz de dar sentido à vida. No fim, o hedonismo aliena a pessoa de sua própria natureza e impede que ela desenvolva suas virtudes, como a temperança, a prudência, a fortaleza e a justiça, virtudes cardeais segundo Aristóteles.
O ser humano só pode encontrar a verdadeira felicidade ao viver de acordo com a ordem natural e racional, buscando o bem comum e cultivando uma vida virtuosa. O prazer, nesse contexto, não é rejeitado, mas deve ser ordenado pela razão e pela moderação. O descanso, a diversão e as celebrações, como as que ocorrem no fim de semana, são bons e lícitos quando estão em equilíbrio com as outras responsabilidades da vida. No entanto, quando o prazer é transformado no único propósito da existência, ele se torna destrutivo e leva a pessoa para longe de seu verdadeiro propósito.
Assim, é importante redimensionar a busca pelo prazer, integrando-o em uma vida equilibrada e orientada por princípios mais elevados. A verdadeira realização humana não está no prazer momentâneo, mas na prática constante das virtudes, na contribuição para o bem dos outros e na busca pelo Sumo Bem. O "sextou", portanto, pode ser celebrado com alegria e equilíbrio, mas jamais como uma desculpa para o abandono da razão ou para a busca desordenada de prazeres que, no final, deixam apenas vazio e frustração.
Sextou, a vivência pelo prazer e o hedonismo
A busca pelo prazer imediato, característica do hedonismo, é vista com preocupação, pois vai contra a natureza racional e virtuosa do ser humano. O termo popular "sextou", utilizado para celebrar a chegada do fim de semana com um espírito de festa e despreocupação, pode ser compreendido como um reflexo dessa busca desordenada pelo prazer. Embora o lazer e o descanso sejam legítimos e até necessários, a valorização excessiva do prazer e a fuga constante das responsabilidades apontam para uma distorção dos verdadeiros objetivos da vida humana.
O ser humano é orientado naturalmente para a felicidade plena, um bem que não é encontrado nos prazeres passageiros, mas na prática das virtudes. O hedonismo, ao contrário, coloca o prazer como o maior objetivo da existência e busca constantemente a satisfação dos desejos imediatos, ignorando a necessidade de crescimento moral e espiritual. Segundo essa visão, a felicidade baseada apenas no prazer é ilusória e leva à autodestruição, pois desvia a pessoa do que verdadeiramente a aperfeiçoa e a realiza como ser racional.
O problema do hedonismo é que ele esvazia o significado da vida, fazendo com que o indivíduo busque constantemente mais prazer sem jamais alcançar a verdadeira satisfação. Quando as pessoas vivem apenas pelo próximo momento de prazer – como no “sextou” celebrado de forma excessiva, elas acabam reféns de um ciclo de busca incessante, que nunca sacia por completo. Isso pode levar à fadiga emocional, dependências (como vícios em álcool ou drogas), e a um vazio existencial, pois o prazer sozinho não é capaz de dar sentido à vida. No fim, o hedonismo aliena a pessoa de sua própria natureza e impede que ela desenvolva suas virtudes, como a temperança, a prudência, a fortaleza e a justiça, virtudes cardeais segundo Aristóteles.
O ser humano só pode encontrar a verdadeira felicidade ao viver de acordo com a ordem natural e racional, buscando o bem comum e cultivando uma vida virtuosa. O prazer, nesse contexto, não é rejeitado, mas deve ser ordenado pela razão e pela moderação. O descanso, a diversão e as celebrações, como as que ocorrem no fim de semana, são bons e lícitos quando estão em equilíbrio com as outras responsabilidades da vida. No entanto, quando o prazer é transformado no único propósito da existência, ele se torna destrutivo e leva a pessoa para longe de seu verdadeiro propósito.
Assim, é importante redimensionar a busca pelo prazer, integrando-o em uma vida equilibrada e orientada por princípios mais elevados. A verdadeira realização humana não está no prazer momentâneo, mas na prática constante das virtudes, na contribuição para o bem dos outros e na busca pelo Sumo Bem. O "sextou", portanto, pode ser celebrado com alegria e equilíbrio, mas jamais como uma desculpa para o abandono da razão ou para a busca desordenada de prazeres que, no final, deixam apenas vazio e frustração.
PUXA A GUIA QUE EU QUERO CORRER
Qual conceito de direito segundo Santo Tomas de Aquino?
Para Santo Tomás de Aquino, o direito (ius) é aquilo que é justo por natureza, ou seja, aquilo que é devido a cada pessoa em suas relações com os outros, de modo que a justiça seja preservada. Ele define o direito como a coisa justa em si mesma (res iusta), algo proporcional e adequado ao outro, de acordo com uma ordem objetiva de justiça. O direito, na visão tomista, não se limita a normas escritas; ele está enraizado na realidade e nas obrigações recíprocas que surgem entre as pessoas, sempre buscando o equilíbrio e a justiça. Assim, o direito é uma manifestação da justa proporção nas relações humanas e está fundamentado na razão, que permite ao ser humano identificar o que é justo em cada situação.
Para Aquino, o direito é inseparável da virtude da justiça, que consiste em dar a cada um aquilo que lhe é devido. Ele distingue diferentes tipos de justiça para explicar como o direito se aplica em contextos variados: a justiça comutativa, que regula trocas entre indivíduos, como contratos ou negociações; a justiça distributiva, que assegura uma distribuição justa de bens e responsabilidades conforme o mérito ou a necessidade de cada um; e a justiça legal ou geral, que orienta o indivíduo a agir para o bem comum e respeitar as leis da sociedade. Em todos esses casos, o direito é o que garante que cada pessoa receba o que lhe é devido, mantendo a ordem justa nas relações sociais.
O conceito de direito, segundo Santo Tomás, também está intimamente ligado à lei. Para ele, existe uma ordem racional e moral no universo, expressa pela lei natural, que orienta o ser humano para o bem e para a justiça. As leis humanas ou civis – o direito positivo – são criações sociais que traduzem os princípios do direito natural em normas concretas. No entanto, essas leis só são legítimas se estiverem em conformidade com a razão e a ordem natural. Se uma lei humana contrariar o direito natural, ela não pode ser considerada justa e, por isso, não deve ser obedecida.
Em resumo, para Santo Tomás de Aquino, o direito é aquilo que é justo e devido em cada situação, segundo a razão e a natureza humana. Ele não se reduz apenas a regras formais ou leis escritas, mas reflete uma ordem objetiva de justiça. O direito, portanto, orienta tanto as relações entre as pessoas quanto as normas sociais, sempre em busca da harmonia e do bem comum.
Caso esteja equivocado, por favor, me corrija.
A inteligência artificial vai substituir a gente.
A inteligência artificial: 
A inteligência artificial é muito superior ao ser humano, seremos substituídos facilmente.
A inteligência artificial: 
Qual celular o senhor recomenda?
Não é boa não.
Eu uso a Wallet of Satoshi no celular, mas sempre deixo pouco.
