estou deitada entre meus dois filhos, sentindo os resquícios dos sintomas da última doença que se manifestou por aqui. vejo minha filha com uma mãozinha no peito como se sentisse com nitidez o encontro da respiração com as batidas do coração naquele instante. meu filho deitou a cabeça na minha barriga que há quase três anos o abrigara. suas pernas e pés descansam no travesseiro.
esses detalhes tão sutis poderiam ter passado despercebidos, mas eu os vi. eu estou aqui, emocionada, presente, enquanto eles dormem.
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é estranho escrever em um ambiente em que não conheço ninguém e onde corro o risco de ser ignorada, mas é interessante explorar esse modo de me expressar sem ter uma ideia de quem isso vai afetar, com grandes chances de ser ninguém. de todo modo, escrever aqui me colocou em contato profundo com o momento - me inspirou a tocar a vida.
qual é a profundidade do buraco de um sim?
unschooling is our choice around here too. we're brasilians and have two kids, of 5 and 2 years old. I'm a little uncomfortable writing in English, but I would love to chat about our experience here.
I heard about unschooling ten years ago and started researching, reading John Holt, and John Taylor Gatto, Alexander O. Neill... and learned a lot from a woman called Ana Thomaz from Brasil. she came up with something called desescolarização, that meant taking a close look to the beliefs schooling brought us and letting them go. a few months ago I saw "a place to be" and I loved the unparenting word and what I understood of what it means.
I sometimes reconsider our choice cause me and my husband are not very sociable, but I think a lot of this has to do with the way we believed we had relate to other people. I'm deeply touching this theme in my life so unschooling can be a real experience of freedom and not just another prison to them.
I'm sorry, I've talked a lot with a poor English, but I wanted to talk to you since I saw your community.
qual é a extensão do vazio de um não?