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Ideia da Coerência - Conceito
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fragmentos filosóficos ✍️ philosophical fragments https://satellite.earth/@eduardoluft@iris.to

Em ética, é melhor focar na autocoerência (no si) do que na mera alteridade. Mas esta não é a forma mais elevada ou verdadeira de manifestação do bem.

Descanso de dois dias e a descoberta de como alocar a Ideia do Belo (a Estética) no Mapa do Projeto de Sistema, e no sistema como um todo, claro.

O que levou à reavaliação de outros aspectos importantes do sistema, inclusive um de implicações pesadas: liberar-se do viés para o Uno que ainda permanecia, de certo modo, na ética.

https://bra.in/8pJ8bB

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Intuição intelectual é pensamento desperto.

✍️

Intuição não é o oposto excludente do conceito, mas a sua forma menos determinada ou mais abrangente.

Ontem escrevi um texto que vai nesta direção: a importância do Nostr para a defesa da autenticidade na era da IA, até como forma de enfrentamento ao plágio generalizado que se avizinha (as notas identificadas digitalmente podem ajudar neste sentido).

nostr:note1yzuzp4ddfj5nng4puvf2hm2ztjuugwn9uxqe6k4p8m9g48kdyxkqwek28s

Cheguei a publicar a nota, mas depois deletei, por preferir a alternativa abaixo (mas isto não exclui que o Nostr possa ter um papel importante nas duas direções, já que "originalidade" não cai do céu, mas é algo que precisa ser reconhecido por uma comunidade concreta e depende da presença continuada neste"palco", por assim dizer):

nostr:note1ly5ha5th5tvqux8nv72nfq5j4x3qnsq7r8cv6s46xyjfhfwezpus4jlext

A imunidade contra o plágio é a originalidade.

Literalmente!

"Iintencionalidade" é um termo resgatado por Brentano da filosofia medieval, marcando depois a fenomenologia de Husserl, mas sempre confundido com a inexistente filosofia da mente.

Especulação tem os dois traços da intencionalidade: a direção e o vínculo simbólico com a visão; mas "especulação" tira a noção de intencionalidade do fetiche da teoria da consciência.

Fetiche da consciência remete ao fetiche da mercadoria em Marx: a consciência, um produto banal da animalidade, assume características humanas, como as mercadorias no capitalismo, o que não eleva o humano, mas o rebaixa, na verdade.

Este é também o ponto de partida do pensamento moderno: fazer o sistema filosófico girar em torno de uma teoria da subjetividade compreendida como teoria da consciência; um ponto de partida que torna, como sabemos, toda a filosofia moderna refém da armadilha solipsista.

Especular é, pelo contrário, o ato conceitualmente mediado de direcionar-se ao futuro, antecipar algo, trazer como seu o que não é propriamente seu, como a subjetividade antecipando a coisa como objeto disponível. Mas toda esta atividade é linguisticamente mediada, quer dizer, um ato de social mediado por conceitos e lançado sobre um futuro pervadido por opacidade (daí a conexão com a abertura de possibilidades e a liberdade humana).

A subjetividade própria, o eu, é muito mais do que "consciência": é a identidade densa e profunda que a todos habita como resultado de toda uma história de construção pessoal e interpessoal no mundo da cultura (ou do "espírito" hegeliano), um fazer-se agente pensante e livre, uma entidade de certo modo paradoxal, porque ao mesmo tempo situada em um contexto histórico rico de sentido muito específico e ao mesmo tempo aberto, pela mediação dos conceitos, a todo o pensável, quer dizer, à Ideia.

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Literalmente!

"Iintencionalidade" é um termo resgatado por Brentano da filosofia medieval, marcando depois a fenomenologia de Husserl, mas sempre confundido com a inexistente filosofia da mente.

Especulação tem os dois traços da intencionalidade: a direção e o vínculo simbólico com a visão; mas "especulação" tira a noção de intencionalidade do fetiche da teoria da consciência.

Fetiche da consciência remete ao fetiche da mercadoria em Marx: a consciência, um produto banal da animalidade, assume características humanas, como as mercadorias no capitalismo, o que não eleva o humano, mas o rebaixa, na verdade.

Este é também o ponto de partida do pensamento moderno: fazer o sistema filosófico girar em torno de uma teoria da subjetividade compreendida como teoria da consciência; um ponto de partida que torna, como sabemos, toda a filosofia moderna refém da armadilha solipsista.

Especular é, pelo contrário, o ato conceitualmente mediado de direcionar-se ao futuro, antecipar algo, trazer como seu o que não é propriamente seu, como a subjetividade antecipando a coisa como objeto disponível. Mas toda esta atividade é linguisticamente mediada, quer dizer, um ato de social mediado por conceitos e lançado sobre um futuro pervadido por opacidade (daí a conexão com a abertura de possibilidades e a liberdade humana).

A subjetividade própria, o eu, é muito mais do que "consciência": é a identidade densa e profunda que a todos habita como resultado de toda uma história de construção pessoal e interpessoal no mundo da cultura (ou do "espírito" hegeliano), um fazer-se agente pensante e livre, uma entidade de certo modo paradoxal, porque ao mesmo tempo situada em um contexto histórico rico de sentido muito específico e ao mesmo tempo aberto, pela mediação dos conceitos, a todo o pensável, quer dizer, à Ideia.

Intencionalidade é especulação.

Bom dia, Ns, Good Morning

O espaço lógico em dialética vai nos visitar várias vezes por aqui :)

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Acordei pensando em como resgatar o conceito de intencionalidade da inexistente filosofia da mente.

...direcionalidade...

A última letra depositada no sistema de notas faz todo o sistema perder a sua serventia.

Um microblog é um enovelamento de pensamentos picotados.

O que era o Twitter na origem: uma mídia social ou um microblog?

São opostos excludentes ou, no mínimo, opostos de síntese instável.

Resistindo à tentação de usar o Nostr como mídia social.