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Ideia da Coerência - Conceito
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fragmentos filosóficos ✍️ philosophical fragments https://satellite.earth/@eduardoluft@iris.to

O limite da IA não é a falta de criatividade, mas a falta de um norte.

O destino termina sendo "o que está à mão", o que foi definido no treinamento prévio, ou o que está sendo definido aqui e agora por quem puxa a conversa.

Quando não se tem um norte, resta o dogma do "dado". A IA é um agente positivista.

O incoerente se desfaz. O coerente faz história.

A matemática é o corpo da Ideia. A metalógica é o seu pensamento.

"Er [der Widerspruch] aber ist die Wurzel aller Bewegung und Lebendigkeit" (Hegel).

Ao ouvir alguém falando em "evidência empírica", põe a mão no bolso. Positivistas também têm os seus honorários.

When you hear someone talk about 'empirical evidence,' put your hand in your pocket: positivists have their fees too.

IDEIA E MODALIDADES, UMA DESCOBERTA

Ok, assim estávamos até aqui:

Ideia é a dialética do Uno e do Múltiplo

1. Notas do Uno

1.1. identidade

1.2. invariância

1.3. determinação

2. Notas do Múltiplo

2.1. diferença

2.2. variação

2.3. subdeterminação

Mas nunca me caiu bem esta assimetria exótica entre o rico e espectral conceito de subdeterminação, e o pobre e rígido conceito de determinação.

Pois nesta madrugada, em semisonho, resolvi a charada: determinação e subdeterminação emergem da dialética das modalidades.

O novo quadro fica assim:

Ideia é a dialética do Uno e do Múltiplo

1. Notas do Uno

1.1. identidade

1.2. invariância

1.3. necessidade

1.3.1. necessidade forte ou hiperdeterminação (possibilidade única)

1.3.2. necessidade fraca ou dever-ser (possibilidades várias ou mesmo difusas)

2. Notas do Múltiplo

2.1. diferença

2.2. variação

2.3. contingência

2.3.1. contingência forte ou subdeterminação forte (possibilidades difusas: no extremo, não matematizáveis (incerteza))

2.3.2. contingência fraca ou subdeterminação fraca (possibilidades definidas: matematizáveis (risco))

Agora, como todas as demais categorias ou conceitos universalíssimos, a categoria de determinação vem explicitamente em graus, explorando todo o espaço lógico.

Vou corrigir no Mapa.

---

OBS: a necessidade branda do dever-ser é a descoberta central de Cirne Lima; sobre risco & incerteza, cf. Knight e Gigerenzer; para a dialética do Uno e do Múltiplo, bom: toda a tradição neoplatônica, mas, sobretudo, o Platão tardio.

Mapa atualizado

https://bra.in/3j3Y7r

Aventura minha de hoje:

* tentando postar no WordPress, e a joça fora do ar;

* posto no Coracle social, fluidez pura;

* tento postar no Twitter: "nada feito, texto grande demais, dá uma graninha pro Elon";

* posto um link pro texto completo no Satellite;

* finalizo escrevendo isto no meu parça pra todas as horas, o Amethyst :)

Viva o #Nostr!

IDEIA E MODALIDADES, UMA DESCOBERTA

Ok, assim estávamos até aqui:

Ideia é a dialética do Uno e do Múltiplo

1. Notas do Uno

1.1. identidade

1.2. invariância

1.3. determinação

2. Notas do Múltiplo

2.1. diferença

2.2. variação

2.3. subdeterminação

Mas nunca me caiu bem esta assimetria exótica entre o rico e espectral conceito de subdeterminação, e o pobre e rígido conceito de determinação.

Pois nesta madrugada, em semisonho, resolvi a charada: determinação e subdeterminação emergem da dialética das modalidades.

O novo quadro fica assim:

Ideia é a dialética do Uno e do Múltiplo

1. Notas do Uno

1.1. identidade

1.2. invariância

1.3. necessidade

1.3.1. necessidade forte ou hiperdeterminação (possibilidade única)

1.3.2. necessidade fraca ou dever-ser (possibilidades várias ou mesmo difusas)

2. Notas do Múltiplo

2.1. diferença

2.2. variação

2.3. contingência

2.3.1. contingência forte ou subdeterminação forte (possibilidades difusas: no extremo, não matematizáveis (incerteza))

2.3.2. contingência fraca ou subdeterminação fraca (possibilidades definidas: matematizáveis (risco))

Agora, como todas as demais categorias ou conceitos universalíssimos, a categoria de determinação vem explicitamente em graus, explorando todo o espaço lógico.

Vou corrigir no Mapa.

---

OBS: a necessidade branda do dever-ser é a descoberta central de Cirne Lima; sobre risco & incerteza, cf. Knight e Gigerenzer; para a dialética do Uno e do Múltiplo, bom: toda a tradição neoplatônica, mas, sobretudo, o Platão tardio.

Há outro ponto implícito aí: em filosofia contemporânea, a gente costuma pressupor a virada linguística, por julgá-la importante (ninguém quer retroceder dela); quer dizer, não tratamos mais conceitos como entidades mentais (problema do solipsismo).

👇

https://books.google.nl/books/about/Reviravolta_ling%C3%BC%C3%ADstico_pragm%C3%A1tica_na.html?id=MdyZgbHCZ64C&redir_esc=y

Não é causal: a semântica verdadeira é relacional: o sentido dos conceitos emerge das relações semânticas com outros conceitos em uma rede conceitual.

Sim, estes conceitos dependem de um certo contexto semântico. No projeto de sistema, "ideia" tem sentido próximo a "ideia" em Platão e Hegel: são estruturas lógico-ontológicas (objetivas). "Espaço lógico" tb. é objetivo, como no primeiro Wittgenstein.

Todos os fragmentos são pensados tendo em vista o todo do sistema. Todos estão "pendurados" na árvore do Mapa do Projeto de Sistema, no TheBrain.

O espaço a envolver todos os pensamentos e seres possíveis, todas as manifestações possíveis da Ideia, é o espaço lógico.

✍️

A Ideia é a dialética do Uno e do Múltiplo.

O Múltiplo inefável e imanente é, em verdade, o império do Uno.