O limite da IA não é a falta de criatividade, mas a falta de um norte.

O destino termina sendo "o que está à mão", o que foi definido no treinamento prévio, ou o que está sendo definido aqui e agora por quem puxa a conversa.

Quando não se tem um norte, resta o dogma do "dado". A IA é um agente positivista.

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