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Gosto de gatos. No outono passado, achei um gatinho na rua que me seguiu e levei para casa. Mas já tenho o Furioso (comigo na foto), que me considera dele e não deixa ninguém se aproximar. Outro dia, houve uma grande briga aqui, pois meu marido (que é um cachorrão) e o Furioso se pegaram por minha causa.  Uma das minhas amigas adorou o gatinho e o levou para casa dela.

Vindo agora de uma lenda que se apaga,

Traz o corpo violentado

Por um deus que não afaga.

Por um mundo de entrega

Vai rompendo toda a trégua:

Já singrou a dor...

Foi perdendo o seu remo de boêmio.

Sua senda, antiga prenda

Sem cantigas foi morrendo.

Sua voz findou no espaço,

Onde o canto é utopia.

Sob um sol se fez tão gasto:

Já desencantou...

Companheiro, luta pelo amor sem mito;

Nada mais detém teu grito

Contra a redenção.

Canta forte por um mundo sem espanto

Lança livre o teu quebranto

Contra a solidão...

[Letra da música "Quebranto". Autoria de Ruy Maurity e José Jorge. Intérprete Maysa]

Tempestade? Sol? Pedras? Homem?

Tudo vazio. A vida não é uma metáfora

dramática, é só um acaso sem sentido.

Você se aquece, se despedaça, e daí?

Nada disso importa. Não há glória na

tempestade, nem grandeza no que você

faz. Tudo é pó, e o pó não se importa.

Em vão gritamos, sangramos,

No vazio nos perdemos,

Nada resta, nada achamos.

Não sentimos amor por vocês,

Homens vazios...

Meus 2 primeiros anos de casada morei no Mato, tinha um lago , a casa, uma cabana velha de ipê... tá, não ficava direto lá, mas a casa principal era num mato também, mas na cidade. Hoje, no terceiro ano de casada, moro 2 quadras do mar ... no verão tem muito humano, o que é ruim pra mim, mas passei os ultimos 10 dias no mato e recarregei o bom humor. No mato é bom, o som da noite, tempestades assustadoras, assim como perto do mar... é bom estar viva ...tchau

No mundo a vida humana

Não tem raízes profundas,

Ela voa como

Poeira leve sobre a estrada.

E espalha por todos os lados

Seguindo o vento,

Circulando, correndo.

Eu também, que vivo aqui,

Não para sempre

Vestida em um corpo ...

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"Não há nada no mundo pior que uma mulher, a não ser uma outra mulher"

- Aristophane

É golpe, vão aumentar o preço não serem que as pessoas comam nutrientes essenciais. E também facilitar para os açougueiros, os irmãos "batistis", comprar os pequenos produtores, já que a maquinaria para carimbar os ovos custa uma fortuna, ... fodeu com o rebanho de retardados.

Acertou, e acrescente surrealismo e minimalismo. É como a cabeça que carrego na bolsa grita seus medos e dores sobre o mundo que vivemos .

Quem desceria aqui?

Em quanto tempo ele será engolido pelas profundezas?

Tu, Zaratustra, ainda amas os abismos

Ama-os como o abeto

O abeto lança suas raízes

E a própria rocha contempla

Estremecendo nas profundezas

O abeto faz uma pausa diante dos abismos

Onde tudo ao redor

Fingiria descida em meio à impaciência da natureza selvagem

Torrentes rolando e saltando

Ele espera tão paciente, severo e silencioso, solitário

Solitário, quem se aventuraria aqui

Ser convidado, ser teu convidado

Uma ave de rapina, por acaso

Alegre com a desgraça dos outros

Apegar-se-á persistentemente ao herdeiro do observador constante

Com uma risada frenética, uma risada de abutre

Por que tão firme?

Zomba de que ele é tão cruel

Deve ter asas quem ama o abismo

Ele não deve ficar no penhasco

Como tu, que estás pendurado ali

Oh Zaratustra

O idiota mais cruel!

Ultimamente ainda sou um caçador de Deus

Uma teia de aranha, para capturar a virtude

Uma flecha do mal

Agora caçado por ti mesmo

Tua própria presa

Preso nas garras da tua própria alma

Agora solitário para mim e para ti

Duplo em teu próprio conhecimento

'Meio de cem espelhos

Falso para si mesmo

'Meio de cem memórias

Incerto e cansado de cada ferida

Tremendo a cada geada

Estrangulado em seu próprio laço

Autoconhecedor

Auto-carrasco

Por que te amarraste

Com o laço da tua sabedoria?

Por que te enganas?

Para o paraíso da velha serpente?

Por que te escondes em ti mesmo

Você mesmo?

Um homem doente agora

Doente do veneno da serpente

Um cativo agora

Quem tirou a sorte mais difícil

Em teu próprio eixo

Agora você trabalha

Na tua própria caverna?

Cavando em ti mesmo

Indefeso, quieto

Rígido, um cadáver frio

Sobrecarregado com cem fardos

Sobrecarregado por ti mesmo

Um conhecedor, um autoconhecedor

O sábio Zaratustra

Tu procuraste o fardo mais pesado

Assim te encontraste

E não consegue se livrar

Assistindo

Agachado

Aquele que não se levanta mais

Tu ficarás deformado

Mesmo em teu túmulo

Espírito deformado

E ultimamente, ainda tão orgulhoso

Em todas as pernas de pau do teu orgulho

Ultimamente, ainda o eremita sem Deus

O eremita com um camarada, o diabo

O príncipe escarlate de todos os homens-diabos

Agora entre dois nadas

Encolhido um ponto de interrogação

Um enigma cansativo

Um enigma para abutres

Eles vão te resolver

Eles já estão famintos pela tua solução

Eles já se agitam em torno de seu enigma

Sobre ti

O condenado

Oh Zaratustra

Autoconhecedor

Auto-carrasco

[de Dionísio-Ditirambos , Nietzsche]

Chega o final da tarde, a melancolia domina e a depressão retoma o controle da minha vida. Sem motivo aparente, sou magra, sou alta, sou… comível?  Encontrei um homem que me adora…

Outro dia, folheando livros aqui em casa, achei um trecho com o qual me identifiquei, copiei-o e, em seguida, o livro sumiu no meio de outros. Não sei quem é o autor, mas amei.

Então…, foda-se , segue:

Eu conheço as Runas proféticas.

Eu sou o reflexo do amanhecer nas espadas.

Dois corvos - Hugin e Munin

Elas sentam nos meus ombros.

Eu sou o grito da raiva justificada.

Eu sou o canto do aço e das cordas.

Eu na grande Árvore

Carregado pelo Cavalo de Oito Patas.

Eu conheço todas as partes do mundo

E a sabedoria ancestral das eras.

Eu possuo o Mel dos poetas.

Sou um viajante de espaços e mundos.

Eu olho para as ondas e o vento,

Ali, na distância infinita,

Meus filhos rebeldes

Eles guiam navios através dos mares.

Eu concedo glória ao herói,

Uma lição valiosa para o vilão,

E eu entrego isso ao skald por direito

Um gole de mel sagrado.

Em todo lugar onde batalhas são cantadas

Eles perturbam seu mundo vão,

Minhas Virgens de asas rápidas

Os heróis são convidados para um banquete.

Na entrada saúdo os caídos,

Interrompendo o ciclo terrestre.

Eu lidero aqueles que aceitaram as batalhas

Uma morte digna em vida.

Raramente estou nas câmaras,

Onde, sentado na sombra fresca,

Os Deuses Esquecidos estão festejando –

Meus filhos cansados.

O Banquete dos Deuses Esquecidos

Inúmeros séculos de séculos,

Enquanto a desova de Loki

Não vou me libertar das algemas novamente.

Eu sei a hora da partida –

A era dos machados e dos lobos,

O fim de séculos sem fim,

E a morte dos deuses imortais.

Meu olhar sempre atento

O riacho sagrado descansa.

Ficarei com vocês até a hora marcada.

O Último Ting das Espadas…

Não sei quem é esse bizarro 38tao que tanto ouço mas na minha opinião a escravidão, um sistema profundamente enraizado na lógica mercantilista, foi uma construção social e econômica que explorou milhões de pessoas ao longo da história. Essa prática desumana foi sustentada por interesses lucrativos de um segmento específico da sociedade, que se beneficiava da força de trabalho escrava sem considerar as consequências éticas e morais de seus atos. Ao estudar essa questão, percebi que a Princesa Isabel, ao assinar a Lei Áurea em 1888, tinha a intenção de libertar os escravos, mas suas ações acabaram resultando em um impacto complexo e, em muitos casos, desolador.

Embora a abolição da escravatura tenha simbolizado um passo importante em direção à liberdade e à justiça, muitos ex-escravizados foram deixados à própria sorte, sem o suporte necessário para sua inserção na sociedade. Antes da abolição, esses indivíduos tinham, em certa medida, abrigo e alimentação, mesmo que em condições deploráveis e sob a exploração. Após a libertação, no entanto, foram abandonados a um cenário de pobreza extrema e falta de oportunidades, enfrentando o desprezo e a indiferença de uma sociedade que não se preparou para acolhê-los adequadamente. E que se fodam os escravistas e quem acha que foi um erro a abolição da escravatura.

parece bacana a câmera do s24, mas eu nunca daria13.000 por um telefone. Só no Brasil custa isso. Mas gostaria de testar a câmera desse.

Meu pai disse que na próxima viagem vai trazer o 16 , diz que a câmera tira fotos das crateras da Lua. Deve ser tipo o s24, mas as fotos do iPhone sempre foram melhores que as do Samsung , eu já tinha lido sobre o s24, que a câmera era muito boa, ...

O meu é o 15 , tem bastante espaço, 1T

Em minha defesa, eu nunca comprei iPhone ...meu pai que é velho e só conhece Apple e quando troca de telefone me dá o velho... tira boas fotos, só uso pra isso mesmo, no modo avião, tenho paranoia de que fiquem me espionando.