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PANGARÉ SEM RAÇA
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+ 1 PANGARÉ NESTE MUNDO DE MEU DEUS

Alô você que é fã de políticos. Sim, não interessa qual é o partido, se é de esquerda ou direita: Entenda o EFEITO COBRA.

Basicamente, às vezes as soluções do governo para problemas podem acabar criando problemas ainda maiores.

Vamos falar sobre o Efeito Cobra. Este nome vem de uma situação que aconteceu na Índia quando era colônia da Inglaterra. O governo queria diminuir o número de cobras.

E daí? Bom, eles decidiram pagar por cada cobra morta entregue a eles. Parecia uma boa ideia.

Mas as pessoas viram uma chance de ganhar dinheiro. Elas começaram a criar cobras para vender ao governo. Quando o governo percebeu isso, cancelou o pagamento. Então, as pessoas soltaram as cobras. Acabou tendo mais cobras do que antes.

Algo parecido aconteceu na Cidade do México nos anos 1980.

A cidade tinha muita poluição por causa dos carros. O governo fez uma regra. Carros com certos números na placa não podiam andar em alguns dias. O objetivo era diminuir os carros nas ruas e a poluição. Mas as pessoas começaram a comprar mais carros. Muitos eram velhos e poluíam mais. Isso não diminuiu a poluição.

Na verdade, aumentou. 🤡

Essas histórias mostram que soluções simples podem trazer problemas complexos. Elas nos ensinam a pensar bem antes de aceitar que o governo tem todas as respostas.

Precisamos evitar que as soluções causem mais problemas. Isso é o Efeito Cobra. É uma lição sobre pensar bem nas consequências das ações.

https://nostr-arata.s3.us-east-1.amazonaws.com/s-theory-01-A-s-iusdf7.mp4

Aqui no Brasil pessoal criou ratos para vender ao Estado na época do Dr. Oswaldo Cruz sobre o pretexto de combater doenças no Rio de Janeiro. Eram as chamadas Brigadas Mata Ratos. Mesmo modus operandi. Kkkkk.

Acho q ainda não. O Kogos é bom mas é meio lento nas tecnologias mais modernas.

Replying to Avatar Alexandre Costa

Autocensura e destruição da linguagem

Todo totalitarismo começa pela linguagem. A transformação dos sentidos e significados e o uso sistemático de palavras e expressões calculadas para influenciar mentalidades e, desta forma, preparar o ambiente para futuras decisões totalitárias, sempre esteve presente no desenvolvimento de regimes ditatoriais.

O movimento revolucionário depende dessa estratégia para fortalecer suas posições, mascarar suas intenções e avançar a sua agenda. Foi assim na União Soviética, que inicialmente instrumentalizou a insatisfação popular com o czarismo por meio de palavras de ordem concatenadas de maneira a formar um imaginário antimonárquico, foi assim na Alemanha de Hitler, que inicialmente desumanizou a imagem dos judeus para que no momento adequado a população estivesse suficientemente dessensibilizada a ponto de aceitar a repressão, a perseguição, os campos de concentração e a “solução final”. E se analisarmos com atenção o desenvolvimento de todo regime totalitário iremos encontrar esse mesmo modus operandi.

A manipulação da fala tem o objetivo de preparar o terreno para a escalada totalitária, pois com a linguagem aparelhada fica mais fácil subverter toda estrutura política e cultural de uma sociedade.

Estamos presenciando essa prática mais uma vez. E agora com um agravante derivado do aperfeiçoamento do método. Esse aperfeiçoamento diz respeito ao foco do aparelhamento. Se antes o ataque à linguagem era algo exclusivamente externo, atualmente vemos essa pressão se originar de dentro pra fora.

Nas experiências totalitárias do século XX a opressão partia de agentes políticos e mirava os indivíduos e o ambiente social, seja pelo convencimento e persuasão em variados níveis, seja pela obrigação legal ou por meio da força bruta. Hoje temos o próprio sujeito como alvo e emissor do ataque ao mesmo tempo.

Desde o advento do politicamente correto uma nova forma de instrumentalização da linguagem tem facilitado o trabalho daqueles que pretendem construir um ambiente que permita a implantação de uma agenda totalitária.

Esse processo, que pode ser representado pelo patrulhamento de toda e qualquer palavra proferida em público, se desenvolve e se instala na sociedade de forma a penetrar cada conduta e cada mentalidade, terminando por internalizar como sentimento imperceptível que se revela em cada comportamento e em cada raciocínio.

Com o patrulhamento internalizado, passamos a estudar cada termo utilizado, reprimindo, substituindo ou inovando o vocabulário com o objetivo de adequação a um “padrão” supostamente “aceitável”, para evitar conflitos ou para agradar determinada tendência ideológica – visível ou camuflada.

Diante da ameaça, velada ou ostensiva, de uma punição ou de qualquer forma de represália, passamos instintivamente a reprimir a nossa fala, calculando cada termo na esperança de assim conseguir passar a mensagem sem sofrer as consequências, na maioria das vezes imaginárias.

Quando passamos a obedecer a essa patrulha abandonamos a espontaneidade e então toda comunicação torna-se artificial, criando um discurso vazio, apenas aparentemente coerente, revestido de uma camada que mescla superficialidade, imprecisão e cinismo.

A censura quase sempre extrapola o indivíduo censurado e influencia decisivamente o comportamento de todo seu entorno. Por medo ou por preguiça intelectual, muitos abandonam o foco e a essência original da expressão livre e independente, e com isso o objetivo de informar transforma-se em ato hipócrita, vazio e inócuo.

Nesse sentido, podemos dizer que a censura atinge o âmago de toda sociedade e funciona como uma graduação do terrorismo, que atinge seu objetivo quando alcança um circulo muito maior do que a área atacada. Além das vítimas diretamente alvejadas, ainda espalha o medo que vai reprimir e intimidar muito mais pessoas.

Décadas de politicamente correto prepararam o ambiente para a transformação que estamos presenciando. Se antes o medo da censura estava diretamente relacionado a alguma punição, agora esse pavor já faz parte da psique e não depende tanto dessa pressão externa.

A autocensura, originada por essa tentativa de adequação a um padrão estabelecido pelo ambiente social, pelos agentes repressores ou simplesmente pelas “normas da comunidade” apregoadas pelas plataformas das redes sociais, além de funcionar como o terror atenuado e diluído, ainda perverte a própria personalidade ao esmagar a individualidade, corroer a segurança e a confiança nos sentidos e na capacidade de percepção da realidade. E a normalização da autocensura serve também de termômetro para a observação do ambiente que vivemos, tanto pelos aspectos sociais, quanto pelos psicológicos.

Embora a manipulação da linguagem dificulte a disseminação de informações verdadeiras e relevantes, ela sempre oferece uma oportunidade para a previsão dos próximos passos.

Como sabemos que esse processo costuma anteceder a censura radical e a perseguição, podemos deduzir que estamos avançando rapidamente, e sem qualquer chance aparente de retorno, para um mundo cada vez menos livre, com uma linguagem cada vez menos precisa e significativa, e com pessoas cada vez mais inseguras e frágeis, dispostas a reprimir suas palavras e ideias e a aceitar qualquer iniciativa totalitária.

(Trecho do livro Um copo de Red Pill - Vide Editorial 2020 - Alexandre Costa)

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