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Rede Social que homenageia os mortos: Perder um ente querido é difícil e uma curiosa rede social tem como proposta permitir que as pessoas mantenham memórias do falecido. É possível perpetuar uma homenagem, dedicando um lugar online que mantém a presença do ente querido. É uma rede social gratuita. Os usuários podem deixar memórias e manter fotos e demais arquivos de forma segura.
Sempre que tiver necessidade de sentir novamente a presença de um ente querido. Basta acessar online as lembranças e fotos diretamente pelo smartphone. Em nossos testes a rede se mostrou rápida, intuitiva e segura.
Basicamente Você faz uma página especial e se torna o dono de todas as memórias. É possível reunir todos esses momentos em palavras e imagens. Você pode manter os dados em privado ou compartilhar com amigos e familiares. Juntos, os amigos podem manter viva as memórias e sempre voltar e adicionar novos momentos. Esta é uma proposta um tanto diferente.
Acesse a rede social que permite homenagear os entes falecidos em http://www.respectance.com
Curiosidade postado no site https://mirror.xyz/0x5D9E9d4200E2bFF0541C1389C33b43DC14AA89cf/Dk7zzdnO-mrU2uA0q85b2Mu5szkZwFpJpEWReFEde5w
O que é um ensaio acadêmico? O ensaio é um caminho pautado na percepção da experiência. Trata-se da implicação de uma dada subjetividade na relação com a vida, “não se trata de medir o que há, mas medir-se com o que há, de experimentar seus limites, de inventar suas possibilidades” (LARROSA, 2004, p. 37). Nesse sentido, o ensaio propõe um tipo de “rebeldia” em relação ao saber finalizado, definitivo, adquirido com instrumentos que apontam categoricamente para verdades que estão para além da experiência. Sob esse aspecto “a verdade do ensaísta não é algo exterior, mas algo que a própria vida faz” (LARROSA, 2004, p. 37).
Adorno (2003) esclarece que o ensaio não é uma forma de expressão totalmente livre, desprovido de lógica ou rigor do pensamento, segundo o autor:
O ensaio não se encontra em uma simples oposição ao pensamento discursivo. Ele não é desprovido de lógica [...]. Só que o ensaio desenvolve os pensamentos de um modo diferente da lógica discursiva [...]. O ensaio coordena os elementos em vez de subordiná-los (ADORNO, 2003, p. 43). Na percepção de Machado (2008) o ensaio enquanto forma de investigação especulativa, rigorosa e racional, se encontra no terreno da abdução, onde é possível sugerir, no rigor do pensamento, que alguma coisa pode ser. Assim defende a autora:
Se o contexto da investigação apresenta á própria descoberta por meio de um conjunto de interpretações, de probabilidades, de perguntas, de respostas desencadeadoras de novas perguntas, encontraremos no ensaio a forma aberta à expressão abdutiva de toda descoberta, capaz de acolher os pontos de vista e redirecionar posicionamentos (MACHADO, 2008, p. 64). Seguindo em uma direção parecida, Adorno (2003) entende o ensaio como um tipo de superação sistêmica, onde é desejável uma lógica capaz de “[...] conferir à linguagem falada algo que ela perdeu sob o domínio da lógica discursiva, uma lógica que, entretanto, não pode simplesmente ser posta de lado, mas sim deve ser superada em astúcia no interior de suas próprias formas” (p. 43). Larrosa (2004) ao propor como Foucault aborda a questão do ensaio, sinaliza que este é entendido como forma de expressão que se constitui:
[...] considerando a questão do presente (o ensaio como um pensamento no presente e para o presente); a questão da autoria (o ensaio como um pensamento na primeira pessoa); a questão da crítica (o ensaio como um pensamento que parte de um distanciamento crítico) e a questão da escrita (o ensaio como um pensamento consciente da sua própria condição de escrita) (LARROSA, 2004, p. 27). Tanto Larrosa (2004), Adorno (2003), Machado (2008) e Foucalt (1998), cada um ao seu modo, sugerem que o ensaio se trata duma forma dinâmica de organização do pensamento, capaz de promover uma investigação coerente e rigorosa, tendo como ponto de partida a experiência vivida, permitindo sugerir que alguma coisa pode ser.
Para entender melhor sobre como escrever um ensaio científico acesse algumas dicas pelo Gdrive em https://drive.google.com/drive/folders/1p7YC1mitY7QpBmtHm8Zq0LGwJ_LAb0cV?usp=sharing
Doenças causadas pelo uso tecnológico: A tecnologia, em especial no campo da comunicação, é sem dúvida uma mudança significativa na história da humanidade. No entanto, nem tudo é positivo. Cada dia cresce o número de novas doenças e com uma quantidade considerável de pessoas afetadas. Outra questão interessante é o fato da tecnologia mudar nossa forma de viver, nosso comportamento e a maneira como percebemos o mundo.
Uma das doenças que vem chamando atenção é a síndrome da hipersensibilidade eletromagnética, reconhecida oficialmente pela primeira vez na Suécia em 1995, essa doença causa uma série de transtornos e inviabiliza que a pessoa tenha uma vida normal. É um tipo de sensibilidade (alergia) que causa fortes dores em algumas partes do corpo quando a pessoa está próxima de uma onda de rádio, também chamada de emissão eletromagnética. Praticamente em todos os lugares existem celulares e wi-fi. Com isso fica difícil para as pessoas com hipersensibilidade ao eletromagnetismo encontrarem um lugar tranquilo para viver.
Um outro problema grave com a hipersensibilidade eletromagnética é o isolamento social, já que a pessoa não consegue conviver nos mesmos ambientes que a maioria. Deixando muitas vezes seus familiares para residir em locais que possam ser afastados de qualquer tecnologia de rádio, em especial torres de celular e wi-fi. Com a falta de estudos para comprovar oficialmente se é um problema orgânico ou algo psicológico, as pessoas que sofrem dessa síndrome não possuem apoio oficial em alguns países, não existindo com isso um tratamento adequado que possa ajudar essas pessoas.
Insônia, alterações de humor, dores no corpo, forte enxaqueca, náuseas e diversos outros sintomas que causam mal-estar podem ser ocasionados por alguma sensibilidade da pessoa ao eletromagnetismo. Um teste simples e geralmente recomendado pelos centros especializados é se afastar dos eletrônicos e procurar ficar uns dias em algum local mais isolado, longe de tecnologias. Se os sintomas sumirem e aparecerem sempre que se está próximo de alguma emissão de rádio, pode ser um caso de hipersensibilidade ao eletromagnetismo.
Não conseguir ficar longe da tecnologia também pode ser uma nova doença, chamada de dependência ou vício em tecnologias. Nesses casos, os usuários não conseguem se afastar do celular, da internet ou do jogo preferido. Possuem uma compulsão em se manterem próximos ao equipamento, se isolando socialmente e em muitos casos ficam horas ou dias sem se alimentar, locomover ou mesmo ir ao banheiro. Entre essas dependências tecnológicas está a Nomofobia, que é um medo desesperador de perder o celular. O termo Nomofobia é uma abreviatura de “no-mobile phobia” em outras palavras, medo de ficar sem telefone móvel.
O excesso de uso tecnológico também provoca outras doenças como a Síndrome do Olho Seco. Como algumas pessoas passam muito tempo olhando para as telinhas, monitores, display e televisão é comum que os olhos fiquem esgotados. Ardor, irritação, sensação de areia nos olhos, dificuldade para ficar em lugares com ar condicionado ou em frente do computador e olhos embaçados ao final do dia são alguns indícios de potenciais problemas oculares. Tais problemas podem causar lesões e prejudicar a visão, em alguns casos, permanentemente.
Outro problema físico muito comum com o uso excessivo de tecnologias é a tendinite, ou ainda, Whatsappinite, Nintendinite, playstationite e assim por diante. Esses termos se referem ao processo de inflamação de certas partes da mão devido ao tempo excessivo de uso. Ficar teclando muito tempo no celular ou no Joystick pode causar inflamação de alguns dedos da mão. Além da mão a perda auditiva também vem crescendo com o uso abusivo de fones de ouvido. Sons em nível máximo quando usados por muito tempo podem comprometer a capacidade auditiva.
A lista de doenças vem crescendo, principalmente quanto às fobias. Como a Selfie Phobia que é o medo de tirar fotos de si mesmo, ou ainda a Expirar Fobia, um medo persistente de esquecer de renovar um nome de domínio. Também tem a Thread Phobia, que é o medo de comentar uma história. Tem ainda, a depressão causada pelas redes sociais, onde o usuário ao se deparar com muitas postagens de pessoas felizes acaba se convencendo que sua vida é ruim e se deprime.
Assim como o chamado efeito Google, onde uma pessoa pode desestimular sua memória ao saber que tudo pode ser encontrado na internet e assim perder o sentido de aprender ou melhorar seus conhecimentos. Não podemos deixar de fora a Síndrome do toque fantasma, ocorre quando o cérebro faz com que você pense que seu celular está vibrando no seu bolso.
Uma doença associada aos buscadores é a hipocondria digital, também chamada de cibercondria. O hipocondríaco é uma pessoa que possui um estado psíquico em que adquire a crença infundada de que padece de uma doença grave. Na cibercondria as pessoas acessam pela internet informações médicas e fazem um auto diagnóstico, adquirem a crença que possuem a doença observada na internet e sofrem muito com isso.
A tecnologia é muito boa, mas quando usada com cautela. Para aprofundar seu conhecimento, separemos um artigo acadêmico para você. https://www.psicologia.pt/artigos/textos/A1276.pdf
Texto postado inicialmente no site: https://mirror.xyz/0x5D9E9d4200E2bFF0541C1389C33b43DC14AA89cf/bPnLSmlNEcEPuBFzo1omkzJJ9hEfvx46RSKnTJmZXU4
Sem fins lucrativos, um bom livro: No livro Sem fins lucrativos, a autora Nussbaum lança um alerta a respeito da crise silenciosa em que as nações descartam competências enquanto ficam obcecadas pelo Produto Nacional Bruto. Como por toda parte as artes e as humanidades estão tendo seu espaço reduzido, os atributos fundamentais da própria democracia estão sofrendo uma corrosão perigosa.
Nussbaum lembra que importantes educadores e responsáveis pela consolidação de identidades nacionais percebiam como as artes e as humanidades ensinam às crianças raciocínio crítico que é indispensável para agir com independência e para resistir com inteligência à força da tradição e da autoridade irracionais.
Os alunos de arte e literatura também aprendem a se colocar na posição dos outros, uma capacidade que é fundamental para uma democracia bem-sucedida e para o desenvolvimento de nosso olhar interno.
Este livro oferece aos leitores um chamado à ação, na forma de um projeto que substitui um modelo educacional que destrói a democracia por outro que a promove. Ele apresenta evidências convincentes, embora à primeira vista contra-intuitivas, de que o próprio fundamento da cidadania – sem falar na prosperidade nacional – depende das humanidades e das artes. O risco de ignorá-las é nosso.
Separamos para você uma resenha acadêmica sobre este livro. Escolha um dos servidores abaixo para acessar: https://drive.google.com/file/d/15wHs13PHpG0GC5tyqfTeUbPDOlcv4-lS/view?usp=sharing


