Agenda 2030, sustentabilidade e... lamparinas a querosene.
🚨🧨A FARSA GEORGE FLOYD
Abaixo, a necrópsia ocultada do público, na qual consta:
- Sem ferimentos com risco de vida.
. Presença no sangue de
*Fentanil
*Opióides
*Metanfetamina
*Maconha
*Morfina
*Anfetaminas
Hoje, no mundo militar...
🚨🧨 Top 10 manchetes que a mídia não contou esta semana. Reposte e siga para mais.
10. Debate entre DeSantis e Newsom vira confusão enquanto o governador da Flórida destaca o problema dos dejetos humanos em São Francisco.
9. Entrevista com Elon Musk viraliza, causando cancelamentos em massa do Disney Plus e outros serviços.
8. Texas processa a Pfizer por distorcer a eficácia da vacina COVID-19 e conspirar para censurar o público.
7. Fãs do Kansas City Chiefs comparecerão ao próximo jogo com pintura facial preta e vermelha após acusações de racismo contra um jovem torcedor pela mídia.
6. Ex-oficial eleitoral é indiciado por três acusações por alterar os resultados das eleições americanas de 2020.
5. Relatos de pneumonia "Pulmão Branco", que afeta principalmente crianças na China, foram encontrados em Massachusetts e Ohio.
4. Líder do movimento BLM endossa Trump para presidente em 2024, acusando os democratas de políticas racistas.
3. Documentos da CTIL revelam como os governos estaduais democratas conspiraram para censurar cidadãos e alterar as eleições de 2020.
2. James O'Keefe divulga relatório expondo a operação de um biolaboratório chinês na Califórnia.
1. Presidente do Congresso americano Johnson adere ao impeachment de Biden, afirmando que Biden mentiu pelo menos 16 vezes sobre seu envolvimento nos esquemas comerciais da família.
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Cara, eu até deixei de lado aqui por conta disso
Entenda como o Partido dos Trabalhadores usa o estado brasileiro para montar um sistema repressivo legal que abarcará todas as condutas humanas, cabendo às autoridade decidir então aqueles que serão enquadrados pela lei e os amigos do rei.
O aborto, mais uma vez, usado para manobrar o foco da opinião pública.
Há uma manobra ensaiada no futebol americano chamada de "Kansas City Movement": os jogadores se posicionam de forma que leva o adversário crer que a próxima manobra se dará pelo lado direito do campo, mas, na realidade, a jogada se passa no lado oposto.
A Suprema Corte do Brasil, mais uma vez, desvia o foco de decisões arbitrárias e polêmicas usando outra polêmica, só que esta de maior engajamento. É a cortina de fumaça, o Kansas City Movement de toga para direcionar a opinião pública (claro, pautando também os dinossauros da velha mídia) para o tema do aborto, mas o verdadeiro ataque, sabotando o poder legislativo do país, foi feito com o julgamento da invalidade do marco temporal.
Antes de elucidar a manobra do Supremo, vale aqui explicar o quão grave é a questão do marco temporal. Grosso modo, ela estabelecia que a demarcação de terras indígenas (não usarei a terminologia woke para indígena) deveria ser feita tendo como base o ano de 1988, quando entrou em vigor a atual constituição. Não significa negar a demarcação, apenas estabelecer uma referência temporal.
Ao invalidar o critério da data, a demarcação ficará subjetiva, sujeita, olha só que coincidência, às decisões do poder judiciário, que, em teoria, tomará a decisão fundamentado por estudos histórico-científicos sobre a tribo em questão e pelo debate entre especialistas, entidades e a sociedade civil. Na prática, sabe-se muito bem o caráter parcial das opiniões especializadas que serão ouvidas, assim como também se sabe o caráter lobbysta das entidades envolvidas (as famosas ONGs bancadas por agentes internacionais, como o próprio George Soros) e a enorme balela que significa o debate na sociedade civil.
Somente por didatismo, prolongar-me-ei nesse ponto. É extremamente importante que o afegão médio perca o medo do palavrão marco temporal. Esqueça a terminologia. Na prática, o imporante é compreender que se trata de uma forma de desapropriar terras produtivas de forma alegadamente constitucional. Significa não só submeter a legal exploração do riquíssimo território brasileiro aos grandes bastiões internacionais da moralidade humana e seus democráticos foros globais de discussão -o sarcasmo aqui chega a ser obsceno, como o Fórum Econômico Mundial de Klaus Schwab e a Clinton Global Initiative, mas também colocar politicamente de joelhos o principal setor produtivo do país, o agro. Em suma, é coagir o produtor rural a aceitar imposições políticas. É dar mais poder, utilizando-se da questão indígena, à maior facção criminosa da história do país: o Partido dos Trabalhadores e seus aliados.
Com o objetivo mais que claro de enevoar a percepção do brasileiro sobre a decisão totalitária do STF, coloca-se em pauta, às pressas e destrambelhadamente, a constitucionalidade inconstitucional do aborto até os 3 meses de gravidez, tema o qual coloca em polvorosa parte significativa da sociedade brasileira. O julgamento do tema, com um grau muito grande de convicção do autor deste artigo, será adiado por um pedido de vistas, o qual cumprirá o objetivo de "deception" (engodo, desilusão, fraude) da sociedade brasileira.

Ron Paul, texano libertário e ex-deputado americano, escreveu um excelente artigo sobre o aborto. Vale a leitura!
A questão do aborto
A questão do aborto sempre dividiu amargamente populações de vários países. É um triste espetáculo, principalmente quando consideramos que o fato de uma política social ficar a cargo do estado, principalmente em nível federal, já é uma violação das liberdades individuais de qualquer cidadão. É igualmente triste perceber que um grande número de indivíduos acredita que sua liberdade depende exclusivamente de leis estatais, seja do Supremo Tribunal ou de qualquer outra instância pública.
Não há qualquer argumento que justifique haver um “direito ao aborto” patrocinado pelo governo. A federalização da lei do aborto, permitindo-o ou proibindo-o, baseia-se unicamente nas idéias sociais e políticas criadas pelos tribunais estatais.
Portanto, o governo federal não tem qualquer autoridade para regular a questão do aborto. Por que ao menos não deixar a cargo das legislaturas estaduais ou municipais decidirem sobre política social? Certamente as pessoas em ambos os lados do debate sobre o aborto sabem que é muito mais fácil influenciar o governo em níveis estaduais e municipais. A federalização das questões sociais, originalmente propugnadas pela esquerda, mas hoje amplamente adotadas pela direita, simplesmente impede que os estados aprovem leis que reflitam mais de perto as visões de seus cidadãos. Ao aceitarmos a federalização da lei do aborto – bem como de qualquer outra lei – perdemos a capacidade de aplicar os padrões da comunidade local às questões éticas.
Aqueles que defendem uma cultura pró-vida têm de aceitar que nunca conseguiremos convencer toda uma nação a concordar conosco. Uma cultura pró-vida pode ser construída apenas de baixo para cima, começando em nível local e dali aumentando seu escopo de influência, de pessoa para pessoa. Há muito temos encarado a batalha como sendo algo puramente político, mas nenhuma vitória política pode mudar uma sociedade já degradada. Nenhuma decisão do Supremo Tribunal, contra ou a favor, pode instituir o respeito pela vida. E nenhum juiz de um Supremo Tribunal pode salvar nossas liberdades se nós mesmos não estivermos dispostos a lutar por elas.
Uma postura libertária contra o aborto
Minha posição pró-vida foi fortalecida pela minha própria experiência como obstetra. Creio sem qualquer sombra de dúvida que um feto é uma vida humana merecedora de proteção legal, e que o direito à vida é a base de qualquer sociedade moral. A questão do aborto forjou minha crença de que a lei e a moralidade devem se cruzar para proteger os mais vulneráveis entre nós. E se há alguma função para o estado, esta deveria ser a proteção dos direitos naturais dos indivíduos.
Mas será que ter essa postura antiaborto é inerentemente inconsistente com a filosofia libertária? Muitos libertários parecem acreditar que sim. O aborto, de acordo com eles, é uma moralidade legislativamente forçada e defendida por conservadores pró-estado que querem impor sua fé e sua moral sobre o resto de uma sociedade avessa a isso. E mais: eles dizem que essa postura é estatista e totalitária, pois invalida o direito da mãe em terminar sua gravidez. Sendo assim, o estado estaria sobrepujando os direitos dos pais e decidindo pela mãe – contra sua vontade – que ela deve sim trazer uma criança ao mundo.
Mas seria isso mesmo? Sustento que não, em absoluto. Ao invés de ser uma emancipadora manifestação da liberdade de escolha pessoal contra a intrusão governamental, o “direito” ao aborto é em si uma medida estatista totalmente consistente com a ideologia esquerdista que pretende ditar como a sociedade e o governo devem funcionar. Essa postura em nada ajuda a promover a causa da liberdade. Ao contrário, ela faz com que os princípios da liberdade e da responsabilidade pessoal fiquem anos-luz atrasados. A postura pró-vida é muito mais consistente com o ideal libertário do que a postura alternativa acima delineada.
Dado que muito material já foi escrito debatendo quando a vida de fato começa, seria tolice gastar tempo sobre o assunto neste espaço. Direi apenas que aqueles que argumentam que um feto em desenvolvimento não é de maneira alguma um ser humano têm muita evidência científica contra eles. Já está bem documentado que há um coração batendo após 18 dias de fertilização e que a formação de ondas cerebrais já ocorre após um mês e meio (tenha em mente também que a maioria dos abortos ocorre bem depois desses desenvolvimentos).
Longe de ser apenas uma “bolha de carne” ou um acessório sem vida dentro de uma mulher, os defensores do aborto cada vez mais estão sendo confrontados com a inerente humanidade do feto em desenvolvimento. Tentar determinar um tempo preciso para o início da vida ignora várias evidências científicas que mostram justamente que todos os ingredientes necessários para isso já são apresentados logo no início da gravidez. A idéia comumente aceita para se decretar o status de vida é aquela que compara o feto a um humano completamente desenvolvido (ou, utilizando o argumento mais extremo dos abortistas, que a vida começa realmente apenas quando o bebê já saiu completamente do corpo da mãe durante o parto). Isso é uma irresponsabilidade. Longe de ser apenas uma bolha de carne, ou uma simples forma de vida análoga a uma bactéria ou a uma fruta em crescimento, uma abordagem moral e filosófica mais responsável seria ver aquilo que está dentro do útero como sendo aquilo que realmente é: um ser humano em desenvolvimento.
Considerando-se tudo isso, a sanção estatal do aborto nada mais é do que uma troca de direitos. Lembre-se que, como foi dito, o aborto é defendido por alguns como um caminho para a liberação e para a responsabilidade pessoal da mãe. O argumento é que nem o estado nem qualquer outro ser humano (especialmente os homens) têm o direito de dizer à mãe o que fazer com seu próprio corpo. Parece correto, certo? Nem tanto.
Tal postura convenientemente ignora o fato de que dentro da mãe jaz uma entidade que é completamente distinta dela. (O argumento de que o aborto é legítimo pois a criança depende da mãe para sua sobrevivência não precisa ser limitado ao útero; ele pode facilmente ser estendido a crianças recém-nascidas e até mesmo a incapacitados e idosos). Portanto, está havendo uma troca de liberdades e direitos. A mãe está ganhando direitos e privilégios especiais ao mesmo tempo em que a criança está perdendo seus direitos. Um lado está ganhando à custa do outro. Esse arranjo em nada difere das várias outras invenções esquerdistas e estatistas que prejudicam alguns para o benefício de outros.
É de se pensar como exatamente esse arranjo é libertário e pró-liberdade. Ao dar às mães o direito aprovado pelo estado de terminar uma gravidez está-se ignorando os direitos e interesses das outras partes envolvidas na questão. Primeiro, essa medida anula completamente o poder de decisão do homem na questão (ainda que reconhecidamente a maioria dos homens que engravidam essas mulheres nada mais são do que “doadores de esperma”, por assim dizer, mas esse nem sempre é o caso). Segundo, há uma anulação completa da vida da criança em gestação, em meio a evidências cada vez mais conclusivas de que aquilo que está no útero é de fato uma vida. Mas como ese bebê foi concebido em um momento inoportuno, azar o dele. Ele simplesmente não tem direitos. Esse não parece ser um conceito muito libertário.
E quanto à liberdade pessoal e à responsabilidade? Mais uma vez, percebe-se que aqueles que defendem o aborto em termos da liberdade pessoal estão vendo apenas um lado da história. Eles não têm qualquer problema em negar o direito à vida e à liberdade da criança que está no útero (baseando-se, veja bem, não em filosofia, ciências biológicas ou na razão moral, mas apenas em argumentos políticos e sociológicos).
Já é hora de os defensores da liberdade e da responsabilidade pessoal colocarem mais pressão sobre as pessoas promíscuas e sexualmente irresponsáveis para que elas tomem medidas adequadas para evitar a gravidez. É moral e intelectualmente injusto fazer com que uma criança indesejada carregue o fardo pelas ações irresponsáveis de terceiros. Ao passo que os libertários diriam corretamente que não é função do estado tentar corrigir o comportamento e as atitudes equivocadas dos outros, também não faz sentido que o estado sancione leis agressivas e contra a vida que irão punir inocentes pelos erros de seus pais. Isso não é nada libertário. Trata-se de uma liberdade seletiva, que utiliza agressão contra crianças indefesas.
Isso nos leva à consideração final: o aborto viola o princípio da não-agressão. A mãe (ou os pais), normalmente como resultado da própria irresponsabilidade, toma (tomam) a decisão unilateral de acabar com uma vida. A criança obviamente não tem voz nessa questão. Os pais abortistas e o estado tomam a decisão pela criança, e prematuramente terminam sua vida. De novo, não é uma atitude muito libertária.
A questão política
Entretanto, esse embate não deve se dar no campo político. Sabemos que a moralidade é algo que deve ser intrínseca às leis, não importa o que os secularistas digam. Mas a moralidade não é intrínseca à política. A política nada mais é do que um mecanismo de se obter poder sobre as vidas das pessoas através do poder estatal. A política é a rejeição da santidade da vida. Assim, é um erro supor que uma cultura pró-vida possa ser implantada por meio da persuasão política ou do poder governamental. O respeito pela vida humana se origina de indivíduos agindo de acordo com sua consciência. A moralidade não é algo que pode ser imposto. Uma consciência pró-vida é estimulada pela religião, pela família e pela ética, não pelo governo. A história já nos ensinou que os governos esmagadoramente violam a santidade da vida humana; eles nunca a defendem.
A idéia de que um estado todo-poderoso e centralizado deva fornecer soluções monolíticas para os nossos dilemas éticos é completamente descabida e equivocada. As decisões, como foi dito, devem ser tomadas descentralizadamente, em nível local ou, no máximo, estadual. Entretanto, atualmente estamos sempre procurando uma solução federal para todo e qualquer problema social, ignorando os saudáveis limites que devem ser impostos a um governo federal, solapando assim nossas liberdades. O resultado é um estado federal que crescentemente vai tomando decisões ao estilo “tudo ou nada”, alienando grandes segmentos da população.
Como libertário, defendo a causa pela vida não apenas em termos morais e espirituais, mas também filosoficamente, utilizando os princípios da não-agressão e da liberdade individual. Um governo que sanciona o aborto sanciona a agressão (não à toa, o aborto foi a política de todos os países comunistas), dando direitos e privilégios a alguns (as mães) enquanto injuria e tira os direitos de outros (as crianças não-nascidas). Essa troca de direitos, bem como a agressão patrocinada pelo estado, não é algo libertário, como a maioria dos libertários “mainstream” presume. Trata-se unicamente do modelo-padrão estatista que determina como a sociedade e o governo devem funcionar. Tal postura é, em última análise, injusta, imoral e destrutiva.
Esse conceito tem muito mais em comum com a filosofia da esquerda intervencionista do que com a filosofia da liberdade. E não há nada de libertário nisso.
Tradução Instituto Rothbard Brasil

A relatividade é algo que transcende nossa capacidade cognitiva de, de fato, entender o que significa, em infinitas possibilidades, o que pode representar quinze minutos, ou uma hora.
Grosso modo, você poderia correr para casa depois do trabalho e chegar 15 minutos mais cedo. Ver o jogo do seu time, assistir uma série ou até mesmo dormir um pouco mais. Esses mesmos 15 minutos poderiam, num cruzamento matemático não cartesiano, terem interferido com uma conjunção de fatores, também eles temporais, com o de uma colega de trabalho que precisava de um conselho ou ouvido amigo. Desse cruzamento de percepções e vivências distintas de realidade, não há retorno. A diferença entre mudar a vida de alguém ou dormir 15 minutos a mais é o que você escolhe fazer, muitas vezes apesar do querer.
A fugacidade do tempo nos mostra também como se trata da mais dura das angústias existenciais. O que seja eterno enquanto dure acaba, e com ele novas possibilidades, inclusive saudades, arrependimento e dor.
O que eu não faria se pudesse voltar quatro anos atrás e ter feito tudo diferente? E se há outras inúmeras possibilidades (vulgo efeito borboleta) dessas novas interações? Mesmo assim, é a angústia do "e se?" que nos afoga, lentamente.
Aristóteles define felicidade como um momento que você deseja que não acabe. O problema é que acabam. E nós também.

Hoje, no mundo militar...

🚨🇺🇲🇧🇷🇬🇧 Absurdo o caça americano sumir e aparecer em Havana, não? Assim, perderam um caça?
Há uma jogada ensaiada no futebol americano chamada de "Kansas City Movement": todos se posicionam como quem irá correr para a direita, mas a jogada se passa do lado oposto ao que todos acreditavam ser o objetivo.
Enquanto há esse burburinho de caça e inteligência artificial, em Nova Iorque ocorre o evento Clinton Global Initiative. Como o Fórum Econômico Mundial, mas agora sob a tutela dos verdadeiros donos do Partido Democrata.
Acordos de governança global, pensando nas futuras gerações, foram costurados e sacramentados. Fala-se em substituição alimentar para diminuir a produção bovina. Cidades de 15 minutos. Lockdowns. Discutiu-se formas eficientes de se promover a cultura da ciência e da vacina.
Bill Clinton abriu o evento dizendo "não há economia hoje se não houver planeta amanhã".
Você pode conferir tudo o que relatei na página @ClintonGlobal ou no próprio evento online clintonfoundation.org/clinton-global…

Saudades do véio.

🔥🚨🇺🇲🎯 O autor e biógrafo de Obama, Joel Gilbert, afirmou que Michelle Obama está se preparando para entrar na corrida presidencial de 2024 e se tornar a candidata democrata, supostamente devido ao declínio da saúde de Biden.
Antecipei aqui essa possibilidade aqui mesmo em janeiro. RFK tornou-se uma pedra no sapato democrata, com desempenhos crescentes nas últimas pesquisas do partido (de 4% a 19% em poucos meses). Joe Biden, de acordo com o mais recente escrutínio da CNN, atingiu o índice de rejeição de 60,2% entre o eleitorado democrata. 71,6% entre os economicamente ativos.
Em múltiplos cenários, Biden é superado pelos candidatos republicanos (Trump 48% xBiden 46% ▪︎ Biden 47% x DeSantis 47% ▪︎ Haley 49% x Biden 43%). A última pesquisa cogitando o nome de Michelle (Noble Predictive Institute/The Center Square), os resultados foram positivos para a ex primeira-dama: M. Obama 48% x Biden 36% ▪︎ Biden 48% x H. Clinton 34%.
Em um contexto de tensões e conflitos, a candidatura de uma mulher negra traz à baila o eleitor sem identificação partidária. A divulgação da entrevista de Larry Sinclair por Tucker Carlson parece estrategicamente pertinente.



