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Bauer
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Rombo tem é na primeira meretriz.

Entendo. Mas pelo que entendi o escopo da sua pergunta era mais a propaganda em relação ao indivíduo potencial comprador e fumante. Em relação especificamente ao exemplo do barista, eu pensaria em algumas soluções: 1) bares, como estabelecimentos privados, podem definir sua regras aos frequentadores. 2) o profissional barista, quando contratado, aceita tal função ciente de que o bar permite fumantes, se for o caso. Então ele tem a liberdade de se expor ou não ao cigarro, e obviamente avaliar remuneração, horários, etc. É uma discussão e tanto, amigo. Apesar dos meus exemplos, acho bem difícil por em prática.

Se indivíduos inteligentes fumam CIENTES dos riscos como está dizendo, então eles utilizaram da autotutela e optaram fumar. Não há problema algum, liberdade é isso. Porém não sei dizer se há impactos relevantes a terceiros. Lembrando que a família do indivíduo é de sua exclusiva responsabilidade, se ele opta por fumar, tem que considerar as consequências aos familiares.

Um indivíduo com QI decente não fumaria sem antes verificar eventuais consequências, imagino. Ainda acho que a autotutela seria a solução. Todo vendedor vai falar bem do seu produto, cabe ao potencial comprador avaliar sua qualidade.

Verdade. Nesse caso a única justiça é a da família.