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𝚋𝚊𝚝𝚜𝚒𝚚
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«Honk, honk!» — Harpo Marx ᵐᵃⁱˢ ᵘᵐ ᵒᵇˢᶜᵘʳᵒ ⁿᵒˢᵗʳⁱⁿʰᵒ ᵇᵃⁱˣᵃ ʳᵉⁿᵈᵃ ᵉ ᵈᵉˢᵈᵉⁿᵗᵃᵈᵒ

Desconfio que a ideia desses filhotinhos de Dr. Mabuse é inocular culpa, a culpa por ter e dirigir um carro, como se fosse algo errado.

Essa tem um peso especial na minha adolescência favelada. E ela é excelente.

😅 Ah, tá!

Bom, faria falta.

Desejo sucesso ao atravessar qualquer turbilhão à frente. 🤙

«Nem tudo quanto existe alcança menção entre os homens.»

Leo Vaz, O professor Jeremias, capítulo IV.

Se se ausentar, que seja um ausência breve. 🤝

Pelo totem que diz Mooca Plaza Shopping, presumo que seja na Zona Leste de São Paulo. Vamos ver se ela, Raquel, confirma. 🤔

Replying to Avatar Ronald Robson

Que livraço esse “Kafka: os anos decisivos”, de Reiner Stach. Fica evidente o quanto a percepção que se tem da vida de Kafka foi prejudicada pela percepção que se tem de sua literatura.

Quem diria que o homem fosse um funcionário excepcional na firma de seguros da qual tanto falava mal em seus diários! E ele nada tinha de antissocial; ao contrário, era até bem vivido, tinha gosto por esportes e ginástica, sabia se comportar em público e encontrar o caminho até os bordéis.

Seu breve e reticente envolvimento com o sionismo é do maior interesse. Os judeus orientais (do leste europeu mais extremo, entenda-se) lhe forneceram bem mais que matéria com a qual meditar acerca da sua identidade. Na verdade, aquela trupe de gente pobre e inculta que recitava canções tradicionais em iídiche, gente pela qual desenvolveria grande simpatia, deu-lhe imagens monstruosas que depois seriam úteis.

“Certos gestos e personagens considerados especialmente kafkianos”, escreve Stach, “nasceram no teatro iídiche e na sala dos fundos do Café Savoy”, do qual escritor e muitos outros judeus eram habitués.

Tinha alguma antipatia por Kafka, na verdade indiferença pelo que me parecia uma figura monovalente e nem sempre criativa em suas obsessões. Sua literatura fica de pé por seus próprios méritos, sem dúvida, mas o seu caso é um desses raros em que o recurso à biografia do autor pode facilmente tornar-se uma extensão do empenho pessoal com os seus livros e atividade crítica necessária.

Muito, muito interessnte.

Ir pelo Chopin, mas sair encantado é com o Leoš Janáček (Sonata 1.X.1905).

Muito verdadeiro o trecho: «o sistema é estruturado para que não ocorram as mudanças que todos almejam.»

Ou como diz a personagem Tancredi Falconeri do filme (também do livro) O Leopardo: "Tudo deve mudar para que tudo fique como está."

Sequência de O dia do Chacal (The Day of the Jackal), 1973, direção de Fred Zinnemann:

Diz a personagem Jean Bastien-Thiry: You don't undertand. No French soldier is going to raise a rifle against me.

A cena seguinte é execução de sua pena por um pelotão de fuzilamento.