In Brazil, we call this book “Botar o Pânico”, “Tocar o Terror”, or “Menino Chora e Mãe Não Vê” because as people born in the Tropics our dialectical minds are almost genetically equipped to cope with it.

Chamei de "pensamento alegórico" um dos temas mais importantes a que me dediquei nos últimos anos. Ele nos permite perceber a continuidade entre as últimas etapas do pensamento helenista e o início da modernidade, sem cair nas facilidades das narrativas de ruptura que abundam na literatura histórica e filosófica sobre os últimos séculos.
Nascido de um excesso — e não de uma carência — de simbolismo, o pensamento alegórico está na base dos mais diversos modos de afastamento da experiência direta da realidade e da despersonalização dessa experiência.
Ele se manifestará seja através de esoterismos pelos quais a substancialidade das coisas se dissolve em supostos sentidos secretos e mais elevados, seja através de ideologias que restringem nossa cognição por meio de analogias cada vez mais limitativas (tudo remeterá ao "capital", p. ex., ou ao "marxismo cultural"), seja através da experiência de avatar que caracteriza grande parte de nossa vivência online e offline no século XXI.
O pensamento alegórico sempre dependerá da tradução de uma determinada rede de significados para outra rede cujos nexos de analogia com a primeira são arbitrários.
As aulas em que discuto o tema ainda estão disponíveis:
https://ronaldrobson.com.br/course/a-alegoria-do-mundo/
Também tratei do assunto, com um exemplo bastante didático, neste texto, que aliás vai dar nas origens do pensamento alegórico:
https://ronaldrobson.com.br/a-caverna-de-itaca-segundo-porfirio-interprete-de-homero/
Acabo de ver em um filme asiático marromeno:
- Guerra que se passa nas estrelas? Star Wars. Guerra que se passa no inverno? Guerra Fria. Guerra que não acaba nunca? Guerra da Coreia.
Às vezes nem o próprio Deus gosta deles.
Começa hoje. E ainda dá tempo de você se inscrever (com bitcoin, inclusive).
Months ago I posted here a review of Alex Karp’s ‘The Technological Republic’ in which I hinted at the idea that those truly concerned with ‘the West’ should let it go once and for all. Defending something that is already gone is, in my view, pointless. Now I find a similar argument fully developed in this book.
In the present age our aim should be — Paul Kingsnorth writes — ‘to build new things, out on the margins. Not to exhaust our souls engaging in a daily war for or against a “West” that is already gone, but to prepare the seedbed for what might, one day long after us, become the basis of a new culture. To go looking for truth. To light particular little fires— fires fuelled by the eternal things, the great and unchanging truths— and tend their sparks as best we can. To prepare the ground with love for a resurrection of the small, the real and the true.
But first, we are going to have to be crucified.’

Caramba, meu livro “em torno da filosofia de Olavo de Carvalho” está com 70% de desconto (o frete sai por coisa de 10 janjas). E ó: no carrinho, uma das formas de pagamento é a rede lightning. Chegou a hora de vocês queimarem seus suados satoshinhos!
https://videeditorial.com.br/conhecimento-por-presenca-em-torno-da-filosofia-de-olavo-de-carvalho
Pro meu gosto, melhor que feijoada e mocotó só mesmo cuxá (que infelizmente não deve existir fora do MA e de algumas cidades fronteiriças do PA). Tomando uma gelada, então, não existe melhor tira-gosto que cuxá.
Preparar feijoada sábado de manhã ao som do Trismegisto da música brasileira, ó 👌

Abri as inscrições para meu novo curso, que interessará àqueles mais habituados à filosofia bem como àqueles que ainda sentem dificuldade em se orientar em meio a tantas correntes filosóficas. As informações básicas estão no artigo. (Sim, é possível pagar em bitcoin.)
Mais notícias virão em minha newsletter, que é disparada toda sexta-feira e fica abrigada em ronaldrobson.com.br
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Black Myth Wukong is beautiful.
Very engaging combat style with a volume of cultural information (Chinese lore) rarely seen in games.
Back to Rosenzweig.

É justamente por isso que é mais apropriado familiarizar-se com certos modos de *fazer* filosofia, com atenção ao que concretamente os filósofos fazem, do que familiarizar-se com certos temas escolhidas segundo algum critério mais adequado ou menos. Perceba: existe no mundo, por exemplo, uma infinidade de modelos de cadeiras e mesas, mas no ato de fabricá-las você reconhecerá um mesmo tipo de ação, que é a arte do marceneiro. Nesse espírito, o livro de Éric Weil que tomo por guia nos auxilia a ver as técnicas fundamentais por trás da imensa variedade de temas e posições a respeito deles.
De vez em quando alguém me pede orientações sobre *como ler* filosofia, ou como aproximar-se dela. No próximo mês iniciarei um projeto para responder a esses pedidos: Iniciação à Filosofia com Éric Weil.
Informações:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSceRhT9AVQLHMTUd0Xr0vl2AW3o-ZlOeZXUsKeJxv7iLLiWjw/viewform
Nice. But I think the canonic ones are more puzzling than the gnostic ones.
Há aqueles que não acreditam na macumba, mas acreditam na teoria da macumba.
Uma explicação de por que isso é um problema:
One of the most annoying things in the bitcoin community is the idolatry of “liberty”. This alone won’t lead us very far. Is it that difficult to perceive that the whole worldview that anchors the fiat system was articulated centuries ago precisely in the name of “liberty”? Bitcoin needs a high moral purpose, not just one more juvenile and impractical fantasy.
So Codecademy now has an "Intro to Vibe Coding" course. At first glance, giving a structured course and a certificate for what sounds like just "vibing" feels like trying to put a professional façade on something inherently casual and even unprofessional 👁️👁️


