É justamente por isso que é mais apropriado familiarizar-se com certos modos de *fazer* filosofia, com atenção ao que concretamente os filósofos fazem, do que familiarizar-se com certos temas escolhidas segundo algum critério mais adequado ou menos. Perceba: existe no mundo, por exemplo, uma infinidade de modelos de cadeiras e mesas, mas no ato de fabricá-las você reconhecerá um mesmo tipo de ação, que é a arte do marceneiro. Nesse espírito, o livro de Éric Weil que tomo por guia nos auxilia a ver as técnicas fundamentais por trás da imensa variedade de temas e posições a respeito deles.

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