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Se permitem o trocadilho: ℙ𝕒𝕣𝕒 𝕓𝕖𝕝𝕝𝕦𝕞.
The Bachianas Brasileiras, Heitor Villa-lobos:
Dóris Monteiro, «É isso aí»:
Ao final da leitura desta novela, fica certa impressão, resumida no trecho:
« Le ciel devint sombre et noir ; un quartier-maître découvrit de novelles étoiles. Les éléments se confondaient : la nuit fut un long rêve. »
« Annam », Christophe Bataille.
Rest in Piss, Sepultura:
Passei a ouvir cada vez menos roquenrol após alguém observar que Mick Jagger era só um véio requebrando.
Lanterna chinesa (Abutilon striatum):

Entendi. Rapaz, confesso que sequer ousei imaginar que diacho seria a quinta faixa desta lista. 😬
Indiscutivelmente a melhor versão de Batman (e do Coringa):
Nota política: se não me falha a memória, em algum lugar do Brasil, o vocábulo «Brizola» foi gíria para entorpecente.
Ri demais das hashtags. Mas depois chorei.
Bastante sugestivo.
Sugiro que leia novamente. Li Casa de bonecas pela primeira vez muito, muito jovem. Também não me lembrava de nada.
Boa lista, mas eu parei na 4ª faixa.😄
Obrigado por me apresentar essa Mazurka Chez Colette.
😮 Mucho, mucho boa lista, exceto The Chainsmokers. 🤭
E Suites para Violoncelo, do Bach 💜🤩
Músicas que mais ouvi em 2023:
1. Sinfonia nº5, Ludwig von Beethoven.
2. Could You Be the One?, Husker Dü.
3. Noturno nº4, Almeida Prado.
4. Brasil pandeiro, Novos Baianos.
5. Tannhäuser (Abertura), Richard Wagner.
Não diga isso, senão Jordão Pítersam chora...

Por nada.
Mas, rapaz, Ibsen é bom demais. Se possível, dê segunda ou terceira chance.
Gostaria de ver uma peça dele encenada, mas infelizmente hoje só montam textos identitários (ou sei lá o nome que dão pra isso)...
