Kleitooon 😅
Evinha, «Esperar pra ver»:
What would you do it? 😰🕷️ https://video.nostr.build/f62d18f7feb90860bcf61d0c1b918b0eaafce3c7ebdbb1acaf86a4b689d995a0.mp4
My old flamethrower would solve it.
Agradeço pela dica. Vou lendo aos pouquinhos no celular entre intervalos para almoço, ônibus etc.
Opa! E com abertura pra recuar mais alguns bons anos além desses cinco ou dez aí...
Lembrei que um ex-colega de trabalho sempre mencionava um músico famoso na terra dele: Pedu Macaquinho.
— Não é Pedro Macaquinho?, perguntávamos.
— Não. É Pedu, respondia, Pedu Macaquinho.
Microconto: «Diante de seus inquiridores, ajeitou a barba e respondeu: Sou contra tudo o que é ruim. E saiu rebolando.»
Olha, na mesma. Ao final da peça, o Dr. Stockmann ainda **me parece** tão autoritário quanto a massa que o condena. Se não for segundo sua vontade «científica», nada feito. Fosse outra a circunstância, o médico seria tão inclemente contra os opositores, quanto estes foram com ele.
Lendo a introdução e... é eita! atrás de eita! 😶
Parece interessante...
Velhos rabiscos (9)...

It's difficult choose between Las Tragedias Grotescas (Pío Baroja) and O Mandarim (Eça de Queiroz).
Segundo seus estudos, a estação balneária, da qual depende sua cidade, estaria contaminada. Ele defende inflexivelmente obras que poderiam levar a cidade à ruína.
Jards Macalé, «Movimento dos barcos»:
Quase finalizando a leitura de Um inimigo do povo. A cidade se volta contra um homem, o Dr. Thomas Stockmann, com o qual não simpatizo. Ele, parecendo ser a contraparte autoritária, torna-se igualmente repulsivo.

